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Informática e Internet
21/03/2004 - 08h43
Novo Counter-Strike nas lojas no dia 22
 
 
 
Divulgação 
  Counter-Strike: Condition Zero

Agora é o jogador contra a máquina: Counter-Strike: Condition Zero, o primeiro jogo mono-usuário da série de ação mais cultuada de todos os tempos, acaba de desembarcar nas lojas brasileiras. Distribuído pela Vivendi Universal Games (VUG), o jogo chega no dia 22 nas lojas, com caixa e manual em português, em um lançamento simultâneo ao do mercado mundial.

Aguardado ansiosamente tanto pela imprensa especializada internacional como por jogadores do mundo todo, Counter-Strike: Condition Zero é sério candidato ao posto de melhor jogo de ação do ano. A base para esse prognóstico é sólida: a qualidade e o sucesso de Half-Life, o título que deu origem a Counter-Strike e que já vendeu mais de 1,5 milhão de cópias, das quais 200 mil no Brasil, e a história do próprio Counter-Strike, que, mesmo sendo um título multi-usuário (que só pode ser jogado em rede ou internet), tornou-se o jogo de ação mais disputado em todo o mundo.

Engana-se quem pensa que Condition Zero é apenas uma versão mono-usuário de Counter-Strike. A partir da estrutura básica de seu antecessor, esse lançamento da VUG transforma a experiência dos jogos de ação tática em um desafio nunca visto antes, sempre tendo como pano de fundo o combate ao terrorismo. São mais de 20 missões e centenas de objetivos diferentes que se desenrolam em vários cenários que arremessam o jogador a uma viagem ao redor do planeta, na qual ele comanda missões em terrenos tão distintos como as ruas perigosas das grandes cidades ou as areias escaldantes de um deserto, passando por florestas hostis e a paisagem congelante do Ártico - com direito a detalhes climáticos como tempestades e nevascas. O arsenal também foi aprimorado. Em Condition Zero, o usuário conta com novas armas e novos equipamentos, como pistolas M60, lançadores de mísseis LAW, coquetéis Molotov, máscaras contra gás e coletes à prova de bala.

Três em um - Os três modos de jogo oferecidos pelo Counter-Strike: Condition Zero são um destaque à parte. No modo "Campanha", o usuário opta entre quatro graus de dificuldade e também escolhe o mapa no qual quer jogar, conhecendo então sua missão. Essas missões são mais complexas que aquelas conhecidas pelos fãs de Counter-Strike, porque envolvem objetivos secundários. Quer dizer, além de resgatar um refém, o jogador precisa também, obrigatoriamente, superar mais algum desafio, que pode ser eliminar um terrorista com uma arma especial, terminar a missão em um tempo determinado, matar um determinado terrorista, entre outros objetivos secundários. Para cumprir suas metas, o usuário escala seu próprio pelotão de elite e, se julgar necessário, pode fazer alterações na equipe no desenrolar do jogo. Outro destaque é que os mapas não são liberados imediatamente: o usuário precisa "evoluir" no jogo para ter acesso a eles.

Já no modo "Custom Game", o jogador pode escolher qualquer mapa e joga com e contra novos "bots" (abreviatura de "robots") controlados por um sistema de inteligência artificial que é uma versão aprimorada dos recursos do Half-Life. O resultado é que os "bots" agem de maneira muito mais autônoma e inteligente, sendo capazes de desarmar bombas, por exemplo. Eles ainda reagem às ordens do comandante (o próprio jogador) e são capazes de tomar suas próprias iniciativas durante a missão. Como se isso não bastasse, esse modo de jogo oferece ainda a possibilidade de o usuário simular uma partida on-line - que serve como treinamento para os novatos que não querem ser massacrados na internet pelos jogadores mais experientes.

O pacote de desafios de Counter-Strike: Condition Zero completa-se com o modo "Deleted Scenes" que chega ao usuário graças a uma mudança ocorrida durante o desenvolvimento do jogo. Para quem não lembra, o novo título da VUG começou a tomar forma pelas mãos e mentes da equipe da Ritual. A Valve, responsável pelo produto, reconhecendo os méritos da equipe da Ritual, decidiu incluir o jogo que eles haviam criado na versão final de Counter-Strike: Condition Zero, disponibilizando-o na forma do modo "Deleted Scenes". Na prática, esse modo funciona como um outro jogo, mas inacabado, porque nem todos os recursos previstos foram implementados. Isso não significa, porém, que a diversão é prejudicada. A ação também se desenrola em vários países, mas segue uma seqüência linear, ou seja, o jogador começa pelo treinamento, vai desenvolvendo suas habilidades táticas e práticas e, assim, consegue avançar nas missões.

Quanto às missões do modo "Deleted Scenes", acontecem na Argentina, na capital japonesa, na selva colombiana, enfim, no mundo todo. A primeira delas, por exemplo, leva o jogador para a guerra civil da Somália e recria o acidente que ficou conhecido como "Black Hawk Down".

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