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Ciência e Tecnologia
04/07/2004 - 07h09
São Paulo ganha dois laboratórios de nível 3
Agência Imprensa Oficial
 
Adolfo Lutz e Pasteur ganham laboratório de alta segurança para pesquisas de doenças raras.
 
Cleo Velleda 
  Instituto Pasteur, equipado para pesquisar doenças raras.

São Paulo ganhou dois laboratórios de nível 3, de alta segurança biológica, para estudos de microorganismos de elevada periculosidade. Foram inaugurados terça-feira (29/6), na capital, pela Secretaria de Estado da Saúde. Um funcionará no Instituto Adolfo Lutz e o outro, no Instituto Pasteur.

As novas unidades foram equipadas para pesquisas de doenças raras, como a Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars), e riscos de contaminação. Outras moléstias de transmissão respiratória e provocadas por vírus, bactérias e fungos pertencentes à classe de risco 3, altamente prejudiciais à saúde da população, também serão analisadas com moderna tecnologia e estrutura física.

Cada laboratório tem 130 metros quadrados e 200 metros quadrados de área física, sistema de tratamento e condicionamento de ar independente, cabines de segurança biológica, geradores de energia, esterilizadores e caldeiras. A troca de ar no seu ambiente é feita a cada três minutos e a água é tratada termicamente. Os materiais utilizados, inclusive as roupas dos pesquisadores, ficam expostos por uma hora à temperatura de 130° C, suficiente para eliminar qualquer vírus.

O investimento nas duas unidades foi de R$ 5 milhões, fruto de parceria entre o Estado de São Paulo e o Ministério da Saúde, além do apoio do Banco Mundial. Cerca de 20 profissionais, entre pesquisadores científicos e engenheiros, foram treinados para atuar nos laboratórios, metade em cada um. Usarão equipamentos de proteção individual, como macacões, máscaras, respiradores e luvas para o manejo de agentes infecciosos.

Segundo laboratório mais seguro do mundo

A iniciativa fortalecerá a vigilância epidemiológica no Estado. Os profissionais poderão trabalhar com maior segurança e os resultados dos diagnósticos serão concluídos com mais eficiência.

O nível 3 é o segundo tipo de laboratório mais seguro do mundo. Acima, só o número 4, que não existe no Brasil, para vírus extremamente perigosos, como o ebola. O de nível 2 oferece segurança apenas para manipulação de vírus e bactérias em cultura. E o de nível 1 é parecido com laboratórios clínicos, usados somente para diagnósticos.

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