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SEÇÃO
Economia e Negócios
27/07/2004 - 05h58
Automação contribui para o comércio Sul-Sul
Sergio Ribinik
 
Automação da cadeia de suprimentos facilita maior intercâmbio entre nações emergentes.

Um dos destaques da 11ª Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), realizada recentemente em São Paulo, foi o consenso dos delegados de todo o mundo e da ONU, incluindo seu secretário geral, Kofi Annan, sobre a necessidade de ampliar o intercâmbio entre os países emergentes. De fato, o chamado comércio Sul-Sul, em paralelo à inserção dessas nações em blocos como ALCA e União Européia, pode contribuir muito para seu crescimento sustentado e para agregar mais competitividade às suas economias.

Além das negociações e da diplomacia entre os países, há outro fator decisivo para o sucesso da proposta. Trata-se da automação. Felizmente, tanto o Brasil como grande parte das nações emergentes já contam com avanços importantes nesse campo, em especial a "linguagem" mundial comum para os negócios - o código de barras EAN/UCC -, que facilita o embarque, desembarque, identificação, transporte, distribuição e venda das mercadorias.

Estima-se que, a cada dia, o código de barras padrão EAN seja lido cinco bilhões de vezes no mundo. Este número demonstra o alcance de sua utilização e universalidade. A tecnologia da automação, agregando o código de barras a recursos avançados de software e hardware, propiciou verdadeira revolução, tornando mais eficaz o relacionamento entre indústrias, distribuidores, exportadores, importadores, varejistas e destes com os consumidores.

Essa ferramenta extrapolou até mesmo o universo das cadeias de suprimentos, avançando em todos os campos de atividade, como a área editorial, marketing, sistema financeiro, serviços e saúde. Até organismos internacionais, como a OTAN, têm campos de referência para a utilização do código EAN/UCC no controle de estoques. Assim, a eficiência das cadeias de suprimentos tornou-se fator imprescindível ao desenvolvimento dos países, em particular o Brasil. Aqui, a automação já se encontra em estágio avançado. O código de barras está presente na vida de todos, em supermercados, farmácias, lojas de conveniência e de discos, livrarias, no comércio em geral. A EAN BRASIL, entidade sem fins lucrativos que administra essa ferramenta, tem cerca de 45 mil empresas associadas. O número a coloca em quarto lugar no ranking mundial das EANs, dentre 101 nações.

A automação mudou a essência dos negócios, mas os avanços não param. Está em curso o desenvolvimento da etiqueta inteligente, com identificação por radiofreqüência, que permite a interação dos produtos com fabricantes, lojistas e consumidores. A tecnologia agrega sistema automatizado que revolucionará os conceitos de fabricação, controle, logística, compra, distribuição e venda. A EAN BRASIL, também responsável por sua disseminação no País, integra o Board of Governors encarregado de gerir o novo salto tecnológico. Cada vez mais, portanto, a automação é imprescindível para que as nações emergentes intensifiquem o intercâmbio comercial e econômico, conforme as recomendações da Unctad.


Nota do Editor: Sergio Ribinik é CEO da EAN BRASIL e membro do Board of Governors da EPC Global na joint venture EAN International/UCC.

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