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Política
29/03/2004 - 08h16
Roberto Freire ocupa a presidência do PPS
Arthur Braga - ABr
 

O 14º Congresso Nacional do Partido Popular Socialista (PPS), que terminou ontem, manteve o deputado federal Roberto Freire (PE) na presidência da agremiação para um mandato de três anos. Ontem também foi oficializada a filiação do economista e professor da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo.

A chapa de Freire foi a única a concorrer. Os demais integrantes da Executiva Nacional serão escolhidos pelo Diretório Nacional, eleito hoje. A data da escolha ainda não foi definida.

Roberto Freire defendeu a independência do partido, mesmo fazendo parte da base aliada. Ele descartou a possibilidade do partido retirar o apoio ao governo neste momento, mas adiantou que há interesse de discutir um processo de mudança. "O PPS não quer aproveitar o momento de crise política, mas quer reafirmar suas críticas e discutir junto com o governo mudanças e correção de rumo", diz Freire.

De acordo com o presidente nacional do PPS, a queda na renda do brasileiro e o aumento do desemprego mostram a necessidade do governo rever suas metas e definir com clareza ações para o crescimento econômico do país. Ele criticou a liberação de recursos anunciada pelo governo para emendas individuais de parlamentares e considerou a decisão "clientelista". "Esse é um jogo político velho. A gente pensava que não existiria no governo do PT. Essa relação do Executivo com o Congresso, não leva a lugar nenhum", acrescentando que fez ressurgir oligarquias que caminhavam para o ostracismo.

Belluzzo lembrou que a política econômica foi conduzida "com cautela necessária" na passagem do governo de Fernando Henrique Cardoso para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, no entanto, passada a transição, houve um recuo desnecessário na política monetária e os juros altos afetaram a política fiscal negativamente. "Com a taxa de juros muito alta é impossível estabilizar a relação dívida / PIB", argumenta.

O professor defendeu uma mudança na política econômica, "na direção de favorecer o crescimento". Ele demonstrou preocupação com o índice elevado de desemprego no país, que para ele "conduz a situações perigosas do ponto de vista social".

Para o economista, o governo deve apresentar uma ação imediata para combater o desemprego. Dentre as medidas que poderiam resultar na geração de novos empregos, ele citou a criação de programa que incentive a construção de habitação popular, linhas de financiamento para a aquisição de imóveis pela da classe média e investimentos em infra-estrutura.

O economista disse que o crescimento de 3,5 % do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano não é suficiente para recuperar o nível de emprego e renda no país, nem para quem está chegando no mercado de trabalho, "muito menos para liquidar o estoque de desemprego atual".

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