Brasil participa de treinamento internacional de combate para possível convocação da ONU.
| | | FAB / Divulgação ABr |  | | | | Aviões de combate da Força Aérea Brasileira(FAB), vão para o Chile participar de exercícios de combate com aviões americanos, argentinos e chilenos. |
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Aviões de combate da Força Aérea Brasileira (FAB) vão para o Chile participar, durante 12 dias, de exercícios de combate com aviões americanos, argentinos e chilenos. Seis caças brasileiros F5-E decolam neste domingo, dia 26, da base aérea de Santa Cruz no Rio de Janeiro, com destino a região norte do Chile, na cidade de Iquique, onde serão realizados os "combates". A operação "Salitre", em território chileno, é a segunda que o Brasil participa fora do país. A primeira foi nos Estados Unidos, em 1998, quando aviões AMX da FAB, tomaram parte das manobras da operação "Red Flag". Segundo o tenente-brigadeiro, José Carlos Pereira, a iniciativa foi proposta pelo Chile. O objetivo é realizar exercícios de combate com uma força de coalizão, formada por aviões dos Estados Unidos, Brasil e Argentina, como se estivessem sob a ordem do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O treino é uma simulação para uma possível necessidade real. "O tema do exercício proposto pelo Chile é esse. Estar pronto para atender um mandado do Conselho de Segurança das Nações Unidas", ressaltou o comandante do Comando Geral de Operações Aéreas da FAB, tenente-brigadeiro José Carlos Pereira. O brigadeiro explicou que os exercícios de treinamento serão fundamentais para aumentar a "confiança mútua" que se estabelece entre os países do continente. "Durante esses exercícios, os comandantes se conhecem, os pilotos também e isso é muito importante para melhorar o relacionamento. Por um custo relativamente baixo, nossos pilotos participam de uma operação fora do país, treinando em um ambiente complexo que envolve, idiomas, armas diferentes num contexto também diferente", disse.
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