Onde a grama (ou “grana”) abunda...
Marcos Guerra |  |
Os politiqueiros tomam conta do cenário local. Há muito não surge uma liderança nova. Infelizmente, não percebo perspectivas de mudança. Os “donos do pudê” se empenham, de todas as maneiras, em manter seus “currais eleitorais” sob controle e, para ampliá-los, inibem a espontaneidade. É espantosa a quantidade de indivíduos com predisposição de fazer o mundo girar em torno de seus umbigos. Basta acompanhar as “atuações” do executivo e do legislativo, em Ubatuba, para perceber que... desse “palco”, digo, “desse mato não sai coelho” em favor do desenvolvimento. Os enganadores de plantão estão no pedaço faz um bom tempo e não admitem concorrência! Nas próximas eleições municipais, a probabilidade de termos “os mesmos” nas disputas, e no caso de “Dudu” um seu (dele) preposto, é imensa. E já que mencionei coelhos, vale lembrar o dito popular: “Coelho casa com coelha, não com ovelha”. Não, apesar da comichão, eu ainda não vou falar das “vacas sagradas” da política ubatubense e nem sequer confundir capivaras com antas. Nessas antigas terras de Coaquira, ali no Tenório, apesar da poluição do rio Acaraú, a exemplo dos politiqueiros em nossa cidade, as capivaras “fazem a festa e soltam foguetes”.
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