Os “ambulantes que não ambulam” e os pombos
Leonam Manoel |  |
Pela quantidade de “lojas de praia” que vejo espalhada no município, comercializando produtos normalmente, fica difícil (mas não impossível) falar de irregularidades perante o fisco. (Elas aceitam pagamentos até através de cartões!) Não há manifestações contrárias a esse tipo (ou forma) de comércio na associação da classe existente nas antigas terras de Coaquira, portanto, é temerário dizer que os “demais” comerciantes se sentem lesados por ele. Não é de meu feitio fazer vista grossa ao que eu considero uma praga para a economia local, mas... falando em praga, os pombos, além dos “ambulantes que não ambulam”, já começam a infestar as areias da praia Perequê-Açu. Espero que as autoridades sanitárias do município estejam atentas à proliferação dessas pragas e que, rapidamente, tomem as medidas que se fizerem necessárias. Manter nossas praias limpas é condição sine qua non para o desenvolvimento do turismo.
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