A caminho das Índias, digo, o caminho dos “índios” (Uma breve fábula caiçara)
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Não é de hoje que alguns reles politiqueiros querem porque querem ser idolatrados. (Com mandatos, tornam-se tiranos!) Paparicados pela mídia chapa-branca que sustentam com dinheiro público, “viajam na maionese”. Como se todos os que escrevem tivessem obrigação de elogiá-los sempre, a exemplo dos “marbelucos”¹ estabelecidos, quando isso não acontece estrebucham-se em ameaças. Os mais extremados chegam até processar os incautos que querem sob suas rédeas. Utilizam-se do judiciário, sem custas, para tentarem “meter medo” naqueles que não se amedrontam com caretas. (Às vezes o fazem através de laranjas.) São sujeitos pusilânimes que agem como se fossem as “vacas sagradas”² das antigas terras de Coaquira³. Quando deixados à solta, sob o manto do “pudê”, espalham sujeira por todos os lados. Mas não há razão para temê-los, basta uma dura para aceitarem cabresto. (As más-línguas divulgam caso de um que, após levar tabefe, se transformou em um “Scooby-Doo acaiçarado”. Resta descobrir se o “Salsicha” dele é sempre o mesmo.) ¹ Marbeluco é a designação genérica de referência ao adepto do “turismo pão com Marba”, conhecido também como “turismo de um dia”.
² Identifique 5 (cinco) “vacas sagradas” da política local e informe seus nomes em e-mail endereçado para estilingue@ubaweb.com. Participe da pesquisa! Seus dados serão mantidos em sigilo. ³ Coaquira foi um chefe Tupinambá, na época da Confederação dos Tamoios.
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