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SEÇÃO
Informática e Internet
28/06/2009 - 07h02
Violência e discriminação na web
 
 
Como proteger jovens e crianças

A internet permite um intercâmbio rápido de informações. Idéias são compartilhadas tão rápidas quanto textos e imagens são publicados na web. Contudo, esta regra é válida para todo tipo de conteúdo, tanto benéfico quanto prejudicial para jovens e crianças.

Apesar dos esforços para coibir conteúdo antidemocrático, incluindo remoção das informações tão logo autoridades e prestadores de serviço identifiquem o conteúdo inapropriado, ainda estão disponíveis na web páginas que incitam a discriminação contra raça, religião e orientação sexual, assim como espaços virtuais para agitadores agendarem brigas entre torcidas de jogos de futebol ou entre os próprios jovens.

Computador com internet não é TV. Pais não podem imaginar que todo o conteúdo disponível via internet seja apropriado para consumo de seus filhos, sejam eles adolescentes ou crianças. Essa percepção de que há "becos escuros" na web torna-se ainda mais relevante ao considerarmos que os pais brasileiros estimam que seus filhos com até 17 anos passem uma média de 56 horas mensais conectados, embora os mesmos jovens destaquem que ficam em média de 70 horas, segundo o Norton Online Living Report.

Fabiano Tricarico, gerente nacional de vendas da Symantec em varejo, aponta as seguintes orientações para pais reforçarem a proteção aos jovens:

· Regras - definir as "regras" com a criança ou adolescente, para que saiba que tipos de sites podem ser visitados e quais não podem ser visitados e o porquê - será que a criança é jovem demais para ter uma conta no Orkut? É algo que precisa ser discutido;

· Valem para todo lugar - é importante que as crianças entendam que as regras são válidas para qualquer cenário - em casa, na escola, na casa dos amigos, na LAN House e outros - e que têm o propósito de protegê-las de conteúdos que podem machucá-las;

· Foi exposta a conteúdo inapropriado? - pergunte à criança se ela já viu ou leu alguma coisa na web que a fez sentir mal. Tenha certeza de que o filho sabe que deverá compartilhar contigo se isso acontecer e assegure-o de que você não ficará bravo;

· Solução de controle de pais - use uma solução de controle de pais, tal como o OnlineFamily.Norton ou os recursos de controle de pais do Norton Online Internet Security e Norton 360, para evitar que suas crianças sejam expostas a sites racistas, de pornografia e outros. Esse tipo de solução ajuda os pais monitorarem onde o filho esteve online, mesmo quando o site não é bloqueado;

· Curiosidade e perigos - algumas crianças e adolescentes ficam curiosos em relação a sites com mensagens de ódio ou outro conteúdo inadequado - exemplo: como montar uma bomba. O único caminho de descobrir isso é por meio de uma solução de controle de pais. Mesmo uma visita "eventual" deve prepará-lo para conversar sobre o tema. Pergunte ao jovem o que a motivou a buscar esse conteúdo. Se você identificar problemas envolvendo ódio ou depressão, busque apoio médico.

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