Se não pode lixão, pode lixinho?
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E a higienização das lixeiras que estão “instaladas”, à vista de todos, ao longo do município... Em feriados prolongados e nas temporadas, essas lixeiras (não importa a aparência que tenham), pela ineficácia da coleta, se transformam em mini-lixões. Os visuais deprimem. São montes e mais montes de lixos, na maioria das vezes, espalhados por ávidos urubus (sem falar nos etc.!). As lixeiras, com seus lixos, são causadoras de chorume que constantemente infiltra no solo e polui o lençol freático. É corriqueiro vermos jatos d’água “ajudando” a infiltração, mas tudo a título de limpeza. Quando as “otoridades” sanitárias exigirão lixeiras construídas adequadamente? Será que elas ainda desconhecem o problema? Vale lembrar que a natureza é o “peixe” que vendemos.
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