Fecho os olhos... entrego-me aos meus pensamentos mais profundos, vem o sono, e com ele passo a viajar entre um mundo que desejo, encontro-me em meio a nações diferentes... Os homens se amam, dão suas mãos, vejo no semblante das pessoas o sorriso, vejo nos corações a almejada paz, percorro as matas; encontro-me diante dos pássaros raros voando com seu cantar me tocam a alma; todos livres sem medo dos homens. Olho para as crianças e as vejo libertadas a brincar entre si, passo então a perceber que portas janelas das casas estão sem trancas, olho para as mães e as vejo sorrindo todas a preparar alimento farto para os seus. Percorro então outros caminhos... Encontro-me com os homens de fé e eles agora comungam um só Deus; Dele nada mais disputam entre si, somam-se as religiões... entendendo enfim, que Deus pode ser pai de todos sem privilégios sem diferenças. Ai busco caminhos mais difíceis... Vou ao encontro do chamado amor e, lá, Encontro-me com alguém que me da apoio, carinho, afeto, respeito... Que é sim, companhia para até mesmo o pós-túmulo. Por fim, Observo que as águas estão límpidas, as nações trocaram suas armas, por coisas que fizeram a pobreza ser erradicada enfim... Ai... acordo!... vejo-me aqui... Aproximo-me de minha janela e tudo continua como antes, Mas, se alguns chamam-me de poeta porque não?!... Devo acreditar sim... Faço então de tudo um ômega de amor, e vou ao encontro da ‘pena’... Escrevo sobre o que pode transformar tudo em real o Amor!... Agora, enfim... dependo daqueles que lerem...
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