“Sí, pero no mucho”
Luiz Moura |  |
O programa “Farmácia Popular do Brasil”, do governo federal, foi criado para “ampliar o acesso aos medicamentos essenciais”, mas os enganadores de plantão, que fogem do trabalho feito diabo da cruz, dão a impressão de não terem entendido isso. Eles esquecem que as doenças acometem a todos e nem sequer “respeitam” dias santificados. Os dois últimos feriados, um nacional e o outro estadual - 11 de junho (Corpus Christi) e 09 de julho (Revolução Constitucionalista de 1932) -, caíram em quintas-feiras. Os “repetentes” “se deram” pontos facultativos nas sextas-feiras, ampliando a folga. A “Farmácia Popular do Brasil”, em Ubatuba, permaneceu fechada durante esses períodos. Foram 4 (quatro) dias consecutivos em cada um dos 2 (dois) dos feriados. A população quer a ampliação do horário de funcionamento, que mantenham a farmácia constantemente aberta e não que a fechem por qualquer motivo. Afinal, os medicamentos por ela disponibilizados são essenciais ou não?
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