Ajuda profissional inclui perspectivas reais e favoráveis ao novo empreendimento
De cada dez empresas, sete não chegam ao seu segundo aniversário. Os números, do Sebrae nacional, IBGE e Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo, é conseqüência da pouca orientação sobre a melhor forma de montar uma empresa. Segundo o diretor da Gerencial Auditoria e Consultoria, Ângelo Mori Machado, muitas frustrações seriam protegidas e recursos poupados se o empreendedor contasse com um bom plano de negócios antes de por em marcha o projeto de implantação. Na emoção e no ardor do momento, o gestor esquece aspectos indispensáveis para uma ação profissional precavida de riscos. Na avaliação do especialista, não pode faltar a análise do produto e do serviço que será oferecido. “Qual é o mercado consumidor? Qual é o mercado fornecedor? Quem são os concorrentes? Que preço o mercado está praticando? Quais serão os custos de produção? Qual será o ponto de equilíbrio da empresa?”, questiona. Outra categoria de informações que o novo empreendedor deve buscar é quanto aos recursos necessários para dar o ponta pé inicial, considerando qual é a localização ideal para abrir o negócio, o capital de giro, as fontes de financiamento e suas condições. Com os números na ponta do lápis, o momento é de estudar sobre como o fluxo de caixa da nova empresa se comportará, já avaliando o potencial de lucro do negócio e o regime tributário mais adequado. “Todo esse levantamento é básico e imprescindível para o sucesso do empresário”, diz Ângelo, afirmando que a ajuda profissional reduz as chances de equívocos e traz perspectivas favoráveis aos ajustes do projeto.
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