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Economia e Negócios
30/07/2009 - 18h27
Imóveis usados: venda / aluguel residencial
 
 
Venda de imóveis usados cresce 7,6% no Estado de SP em maio

Depois de ter registrado ligeira queda de 5,12% em abril, o mercado de imóveis usados no Estado de São Paulo reagiu em maio. Segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-SP) com 1.599 imobiliárias de 37 cidades, foram vendidos 1.095 casas e apartamentos, 7,6% a mais que em abril. O índice estadual de vendas evoluiu de 0,6364 para 0,6848.

As vendas cresceram no período em três das quatro regiões do Estado em que a pesquisa é dividida - Capital (+11,52%), Litoral (+ 27,59%) e as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+ 94,83%). No Interior, houve queda de 30,11%. Venderam-se mais casas (52,51%) que apartamentos (47,49%), e a maioria dos corretores consultados (50,25%) achou que o desempenho do mercado em maio foi igual ao de abril.

A pesquisa CRECI-SP também mostra que as vendas à vista predominaram sobre as outras formas de pagamento em três das quatro regiões do Estado. Na Capital, responderam por 51,04% dos contratos assinados nas imobiliárias pesquisadas. No Litoral, somaram 61,84% do total das vendas e, nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, representaram 52,17%. No Interior, os financiamentos da CEF foram responsáveis por 49,43% das vendas efetivadas nas imobiliárias pesquisadas.

"O resultado do período, por si só, não indica reversão ou definição de tendência futura, porque ainda não sabemos como fecharão os números de junho e de julho, sendo julho um mês especialmente difícil por causa das férias, quando a atividade imobiliária costuma se reduzir", afirmou o presidente do CRECI-SP, José Augusto Viana Neto. Mas ele se mantém otimista diante dos sinais gerais que indicam estar a economia deixando a crise financeira para trás. "É um processo lento, complexo, mas nossa expectativa é que o desempenho do mercado de imóveis usados venha a ganhar estabilidade, com crescimento de vendas, a partir do segundo semestre", acrescenta.

Mais vendidos até R$ 160 mil

Os imóveis mais vendidos no Estado de São Paulo em maio foram aqueles cujo valor final de venda não ultrapassou os R$ 160 mil, revelam os resultados da pesquisa CRECI-SP. Nesta faixa de até R$ 160 mil enquadraram-se 54,21% casas e apartamentos vendidos na Capital, valor que foi ainda menor nas outras três regiões do Estado.

No Interior, imóveis com preço final de até R$ 120 mil somaram 55% das vendas em maio, percentual que foi de 50,55% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. No Litoral, foram os imóveis de até R$ 100 mil os campeões de venda, com 63,29% do total.

Locação de imóveis tem queda de 12,14%

O mercado de locação residencial teve comportamento inverso ao de venda de imóveis usados. Enquanto as vendas cresceram em maio depois de registrarem queda no mês anterior, as locações não repetiram a alta de 2,62% observada em abril e tiveram queda expressiva no período subsequente, de 12,14%.

A pesquisa CRECI-SP feita com 1.599 imobiliárias de 37 cidades, incluindo a Capital, registrou a locação de 2.781 imóveis, o que fez o índice estadual de locação baixar de 1,9795 em abril para 1,7392 em maio, uma queda de 12,14%. Duas das quatro regiões em que é dividida a pesquisa puxaram as locações para baixo: o Interior, com queda de 25,89%, e as cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, com baixa de 5,85%. Cresceram as locações na Capital (+ 2,8%) e no Litoral (+ 9,5%).

Os imóveis mais alugados em maio no Estado de São Paulo foram aqueles com aluguel de até R$ 600,00. Casas e apartamentos até esse valor somaram 65,23% das novas locações no Interior, 66,22% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco e 52,05% no Litoral. Na Capital, a faixa subiu um pouco, para R$ 800,00, concentrando 68,41% dos novos contratos.

As casas tiveram a preferência dos novos inquilinos - somaram 59,62% do total de contratos assinados em maio no Estado, ficando os apartamentos com os restantes 40,38%. As imobiliárias consultadas pelo CRECI-SP declararam ter cancelado quantidade equivalente a 54,73% do total de novos contratos, a maioria (87,91%) por outros motivos que não os financeiros (12,09%).

Fiador, campeão das garantias

O fiador continua sendo amplamente majoritário entre as formas de garantia dos contratos de locação. Ele esteve presente em 47,16% dos novos contratos assinados na Capital; em 88,28% no Interior; em 57,89% no Litoral; e em 41,3% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.

A pesquisa foi realizada em 37 cidades do Estado de São Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Ubatuba, Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Praia Grande.

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