E elas, as faixas, infestam, cada vez mais
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Quando gajos saem por aí fixando faixas de maneiras impróprias e em lugares indevidos, repito, na maioria das vezes o fazem sem sequer solicitarem autorização para a Prefeitura Municipal. Poluem visualmente o município e, no caso, maltratam as árvores. Os dois péssimos exemplos retratados acima são recorrentes nessas antigas terras de Coaquira e somam-se a inúmeros. Fico imaginando de onde sai a “plácida” lenha que aquenta o tal forno para a confecção das pizzas que o infrator, sem qualquer compromisso com o meio-ambiente, vende aos incautos. Ele o faz com a certeza que, considerando a incompetência técnico-administrativa inerente aos da turma do “Dudu”, tudo “acabará em...” (Por falar nisso, um edil querente que tudo “acabe em pizza”, entrou na Justiça contra um de seus pares visando impedir o prosseguimento das investigações iniciadas pela “CPI da Santa Casa”. O que ele não quer deixar que tragam à tona? Quem pretende proteger?) A outra faixa em questão, de donos que na contramão também caçam os mesmos crédulos, usa de expedientes esdrúxulos para atrair e tentar “vender” um “reino”, sabe-se lá a que custo. Pelo que pode ser visto aqui, são marotos seguidores do preceito: “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”.
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