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Famílias com renda até seis salários mínimos terão acesso ao programa Carta de Crédito Associativo, que financia a aquisição de imóveis, construção em terreno próprio e reformas. As alterações nas regras do programa possibilitam o pagamento de prestações de menor valor. Segundo a diretora do Departamento de Produção Habitacional da Secretaria Nacional de Habitação, Emília Correa Lima, as negociações entre o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal (CEF) resultaram em redução dos juros, que passam de 8,16% para 6%, reduzindo o valor da prestação. "O construtor só vai receber pela obra, barateando esse custo também. E a Caixa também contribuiu, diminuindo a taxa de administração, de R$ 25 para R$ 18", explicou. Para este programa foram destinados R$ 1 bilhão. O Conselho Curador do FGTS aprovou as modificações propostas pelo Ministério das Cidades, além da inserção de uma nova modalidade operacional nos programas Carta de Crédito Associativo e Apoio à Produção de Habitações, denominada Reabilitação Urbana. O objetivo é dar acesso à moradia pelo aproveitamento de edificações localizadas em áreas urbanas degradadas e dotadas de infra-estrutura. Emília Correa Lima destacou o envolvimento de associações, cooperativas e, principalmente, do poder público na organização do atendimento às famílias interessadas. "Em cada associação e em cada prefeitura será feita a divulgação do programa, que deverá atingir 57 mil e entrou em vigor hoje mesmo (28/10)", informou.
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