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SEÇÃO
Economia e Negócios
07/11/2004 - 09h09
Inflação foi maior para quem ganha mais
Pedro Malavolta - ABr
 

A inflação de outubro foi maior para os trabalhadores com renda salarial mais alta, segundo a pesquisa do Índice de Custo de Vida (ICV) do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) divulgado dia 4 em São Paulo.

No cálculo da inflação, o Dieese considera o impacto dos preços em três estratos de renda dos trabalhadores. No estrato um, são considerados os gastos de famílias com renda média de R$ 377,49; no estrato dois, estão as famílias com renda média de R$ 934,17 e no três, as famílias com maior poder aquisitivo (renda média R$ 2.792,90). A inflação para o primeiro grupo foi de 0,29%, para o segundo, 0,47% e para o terceiro, 0,61%.

Segundo Cornélia Nogueira Porto, coordenadora da pesquisa, isso foi conseqüência dos tipos de produtos que tiveram maiores aumentos. "O aumento nos transportes se concentrou nos transportes individuais, que não atinge o estrato um. O aumento no grupo Saúde (1,15%) se concentrou nos planos de assistência médica, que aumentaram em média 1,44%. No grupo Alimentação, a alta de 0,25% afetou os trabalhadores com maior renda, já que são eles que comem na rua. A alimentação fora do domicílio teve alta de 1,22%".

O ICV apresentou em outubro alta de 0,53%, um aumento de 0,24 ponto percentual em relação a setembro (0,29%). Transporte, saúde e alimentação foram os três grupos que mais contribuíram para a elevação. Juntos, pressionaram a inflação em 0,44 ponto percentual do resultado do mês. A alta do grupo transportes foi pressionada pelo aumento dos gastos com transporte individual (1,90%), causada pelo reajuste dos combustíveis (3,10%). O maior aumento foi observado no álcool (7,45%). A gasolina e o diesel, que refletem diretamente o reajuste da Petrobras, tiveram alterações de 1,88% e 1,82%, respectivamente.

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