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Ciência e Tecnologia
08/11/2004 - 10h53
Professor diz ter descoberto tinta invisível
Cleide Lopes Vieira - ABr
 

Uma tinta sem cor, nem cheiro, de secagem rápida, capaz de fluorescer apenas com a incidência de luz ultravioleta foi descoberta pela a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O produto foi desenvolvido de uma forma inusitada: um professor de química e seus alunos pesquisavam um soro contra o veneno de cobra, mais resistente a altas temperaturas, e acabaram por descobrir a fórmula de um líquido de brilho azulado.

Para o professor de química Cláudio Lopes, da UFRJ, essa tinta será um aliado importante para preservação de patrimônios do país e de bens pessoais, como obras de arte, documentos, livros, CDs, e ainda poderá auxiliar a polícia na identificação de dinheiro em caso de roubo.

"Não só o Brasil, mas outros países têm problemas na questão de preservação de seus patrimônios. Cada vez mais nós temos que ter segurança daquilo que produzimos, para evitar roubo e extravios. Colocando uma tinta invisível em um objeto de valor você certifica que esse material é realmente seu, porque sob a incidência de luz ultravioleta você poderá ver de forma visível a sua marca, ou o logotipo da sua empresa, seja lá a marca que você tenha definido" explica.
Cláudio Lopes informou ainda que, por não ser tóxica, a tinta pode, inclusive, ser usada para marcar animais em exposição, sem causar nenhum dano à saúde. "Eu já fiz testes marcando a orelha de gado com sucesso e sem danos a nenhum desses animais", afirma.

A tinta já foi patenteada pela UFRJ com registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O professor Cláudio Lopes, responsável pela descoberta, disse que quando a tinta for produzida em grande escala, qualquer pessoa poderá adquirir uma caneta a um custo médio de R$ 20. "A nossa intenção é disponibilizar o produto não só para o governo, mas também para o cidadão comum, que é quem ajuda a financiar as pesquisas", opina o inventor.

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