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Automóveis
10/11/2004 - 16h15
Pára-brisa e fixação de objetos nos veículos
 
 
Em acidentes, o pára-brisa funciona como malha de proteção e objetos soltos podem ter peso ampliado em mais de dez vezes.

Em uma colisão, os corpos no interior de um veículo continuam em movimento na mesma velocidade do momento do impacto. As pessoas com os cintos de segurança atados são retidas nos bancos, mas os objetos soltos geram uma força em torno de dez vezes superior ao seu peso real, dependendo da velocidade do veículo. Na colisão de um carro a 56 km/h, uma pessoa com peso de 80 quilos, sem o uso do cinto de segurança, pode resultar em uma força de impacto correspondente a uma tonelada e um cachorro de tamanho médio será transformado em uma massa com cerca de 300 quilos.

Tecnicamente, os objetos soltos continuam em movimento, com a mesma velocidade do veículo antes da batida e com energia cinética proporcional à metade de sua massa e ao quadrado da velocidade, até se chocarem com algum obstáculo, como painel de instrumentos, pára-brisa, coluna ou banco.

Esses exemplos são utilizados por Renato Holzheim, diretor-geral da Saint-Gobain Sekurit, para realçar a importância do pára-brisa laminado dos veículos. Além de proteger os usuários de chuva, vento, ruído e partículas suspensas, esse componente faz parte da estrutura da carroceria e, em casos de acidentes, contribui com o sistema de retenção (cintos de segurança e airbags) e serve como manta protetora que impede os ocupantes de serem arremessados para fora. Holzheim reforça que, além dos ocupantes acomodados com cintos de segurança, os objetos devem ser colocados no porta-malas e devidamente fixados.

Holzheim explica que ao substituir um pára-brisa por quebra é imprescindível lembrar que ele está incluído entre os itens de segurança passiva. Por esse motivo, deve ser original de fábrica e a sua instalação precisa ser feita em oficina credenciada, para garantia da qualidade do produto e da cola utilizada na fixação, assim como dos recursos profissionais do instalador.

Segundo Renato Holzheim, existem no mercado de reposição pára-brisas sem o padrão de qualidade original, fabricados com vidro temperado em vez de laminado. "Um preço atrativo pode levar o consumidor a utilizar produtos inadequados e, em caso de acidente, sofrer conseqüências graves, como ocorreu recentemente em São Paulo no qual um motorista foi arremessado para fora do veículo porque o pára-brisa não resistiu à força de impacto de seu corpo", finalizou o executivo.

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