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Política
23/12/2004 - 06h00
São Paulo estará acima de questões partidárias
Gabriela Guerreiro - ABr
 

Na primeira visita ao Palácio do Planalto depois de ser eleito prefeito de São Paulo, o presidente do PSDB, José Serra, recebeu dia 21 (segunda-feira) do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a garantia de que o governo federal vai tratar a capital paulista como todos os outros municípios brasileiros, acima de qualquer questão partidária. "O presidente assegurou - não seria necessário, mas assegurou - que o governo federal tratará a cidade de São Paulo de acordo com o interesse público, e não com enfoque de natureza partidária, que é o que nós mais queremos, e temos certeza de que vai ser assim", afirmou Serra após o encontro com Lula.

Serra disse que não conversou com o presidente Lula sobre a oposição do PSDB ao governo federal, ou mesmo discutiu o impasse sobre a votação do Orçamento de 2005 no Congresso Nacional. A bancada tucana no Congresso Nacional ameaça obstruir a votação caso os deputados estaduais do PT de São Paulo não garantam o percentual de 15% para remanejamento das verbas no Orçamento da capital paulista.

"Nós conversamos a respeito do Brasil, mas não entramos em nenhum assunto específico de projetos que estão rolando no Congresso, nenhuma questão específica de dívida de São Paulo, nenhum tema específico. Foi uma troca de idéias em geral a respeito do Brasil, a respeito de São Paulo, das atitudes de ambos os governos - do governo federal e da Prefeitura - de cooperação em função dos interesses da cidade", disse.

José Serra também garantiu que não vai "olhar para trás" durante os quatro anos em que ocupar a Prefeitura de São Paulo, sem ataques diretos à atual prefeita Marta Suplicy (SP). "Eu fui eleito para governar São Paulo, para levar São Paulo para adiante. O meu veículo na política não tem espelho retrovisor. Eu olho para adiante. Essa é a perspectiva", enfatizou.

O prefeito também desmentiu que exista uma operação em curso para "blindar" Marta Suplicy em troca do remanejamento de 15% das verbas do Orçamento de São Paulo. "Eu fiquei sabendo pelos jornais. Se houvesse algum acordo, eu teria conhecimento, uma vez que trata-se da minha equipe. O que nós estamos conversando é em função do interesse da cidade. E nós queremos governar São Paulo olhando para frente, e não olhando para trás. Quanto mais condições boas, iniciais, do ponto de vista da administração sejam definidas, fica mais fácil. Ou seja: a gente não poderia governar a cidade de mãos amarradas. Acredito que em função desse interesse as coisas chegarão a bom termo", afirmou.

Bem-humorado, Serra disse que está "tranqüilo" na primeira visita ao Palácio do Planalto depois da derrota nas eleições presidenciais de 2002 para o presidente Lula. "Eu me senti normal. Eu não vinha aqui há dois anos e tanto. Eu sempre tive com o presidente Lula uma relação pessoal cordial. E essa cordialidade se mantém. Nunca houve qualquer barreira entre nós que impedisse conversar, trocar idéias, conversar outros assuntos fora da política", garantiu.

As críticas do PSDB ao governo, segundo José Serra, ficaram longe do encontro com o presidente Lula. "Eu não vim encontrar o presidente para falar de críticas. Eu vim falar a respeito de coisas positivas sobre São Paulo e do Brasil. É um encontro a favor do Brasil. Não é uma reunião para discutir críticas, ataque e defesa", disse. Serra informou que vai enviar ao presidente Lula convite para sua posse na prefeitura em janeiro de 2005, e ressaltou que seria uma "satisfação muito grande" se o presidente comparecesse.

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