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Economia e Negócios
21/01/2005 - 06h11
Fiesp critica alta de juros decidida pelo Copom
Paulo Montoia - ABr
 

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa de juros básica da economia (Selic) em 0,5%, definindo um novo patamar de 18,25%. Em nota enviada à imprensa, o texto assinado por Skaf diz que "mais uma vez, o governo abre mão da decisão correta, para insistir na mesmice dos juros".

Ele também critica a Medida Provisória número 232, assinada no final do ano, por "aumentar os impostos" e avalia que "perdeu-se a oportunidade de resgatar o ânimo da sociedade".

A nota da Fiesp afirma que "os sucessivos aumentos da Selic em 2004 começarão a produzir efeitos negativos mais fortes no setor produtivo a partir deste ano. As conseqüências práticas das decisões do Copom vão, paulatinamente, sendo percebidas pelos empresários, na busca de financiamentos, e pelos consumidores, no ato de obtenção de crédito. Sem falar de que a alta de juros atrai apenas capitais especulativos para o país, causando a queda do dólar e prejudicando nossas exportações".

De acordo com a nota, o Copom "perdeu excelente oportunidade de estimular a economia e renovar o ânimo de quem produz e trabalha no sentido de fazer de 2005 um ano bom para a economia. Mais uma vez, o governo abre mão da decisão correta, para insistir na mesmice dos juros. Temos defendido o aumento da produção e a redução dos gastos públicos como estratégias de combate à inflação. Apenas para lembrar, de janeiro a novembro de 2004, em relação a igual período de 2003, a receita da União cresceu 9,9%, mas seus gastos aumentaram 11,7%".

A Fiesp lembra, na nota, que "ao ’imposto’ dos juros soma-se uma das maiores cargas tributárias do Planeta. E, como demonstrou a Medida Provisória 232, o apetite fiscal do setor público é insaciável. Não bastasse aumentar os impostos dos prestadores de serviços, esta MP taxou ainda mais as pessoas físicas, com a correção da tabela do Imposto de Renda muito aquém do razoável."

Ao final, o texto avalia que "o Copom poderia ter considerado tudo isto que já ocorreu nos primeiros 19 dias de 2005, reduzindo ou pelo menos não aumentando mais a Selic. Perdeu-se a oportunidade de resgatar o ânimo da sociedade".

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