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Ciência e Tecnologia
22/02/2005 - 07h40
Exposeg 2005 promete show de tecnologia
 
 
Monitorar a sua residência de dentro do carro, receber ligações da própria casa em caso de perigo, manter as linhas telefônicas livre de invasores e grampos, ponto eletrônico biométrico, são algumas novidades do evento.

Que segurança é uma necessidade, não é novidade para ninguém, mas os avanços tecnológicos do setor surpreendem cada vez mais. Isso poderá ser comprovado na Exposeg 2005, que acontece entre os dias 31 de maio e 2 de junho, no Transamérica Expo Center.

Famosa por apresentar as mais recentes e curiosas novidades em equipamentos para a segurança patrimonial, a Exposeg 2005 traz mais uma vez os últimos lançamentos mundiais para a proteção de pessoas, imóveis e bens em geral. Entre os destaques que serão apresentados estão as tecnologias para o rastreamento de pessoas, monitoramento de imagens digitais à distância, segurança via Internet, fechaduras eletromagnéticas e até mesmo um sistema de vídeo com reconhecimento de face.

Uma das grandes novidades da Exposeg será o CFTV Wireless residencial, que será lançado pela Missão Impossível. Trata-se de um sistema de micro-câmera sem fio, que pode ser instalado na entrada principal da casa, por exemplo. As imagens são transmitidas diretamente a uma pequena tela, que fica instalada no quebra-sol do veículo, assim, a pessoa saberá o que passa na sua residência a até 400 m de distância.

E quem pensa que isso é coisa para afortunados, engana-se. Se os índices de criminalidade aumentam a cada dia, o setor cresce proporcionalmente. Para o consumidor, a vantagem é que o aumento da concorrência faz com que os preços caiam e os sistemas de segurança tornam-se cada vez mais acessíveis.

"Hoje em dia com R$ 300 você pode ter um sistema de segurança eletrônico básico", explica Walter Lemos, gerente comercial da Alarmes Santa Rita, uma das expositoras da Exposeg 2005.

Mas quem está disposto a gastar uma bela quantia pela segurança de sua família, um novo sistema de alarme residencial, que pode ser acionado via Internet ou diretamente do seu celular, será lançado no evento pela Alarmes Santa Rita. Em caso de alerta, o sistema entra em contato com o morador via SMS (mensagens de texto) ou ligações telefônicas.

Apostando em novas tecnologias, a Contronics apresenta uma solução para quem já possui um sistema de câmeras analógicas. O sistema de imagem NVS é um servidor que converte as imagens analógicas em digitais, facilitando assim o armazenamento do material gravado. Este é o primeiro produto 100% brasileiro destinado a essa função.

Pensando também em grandes empresas, que precisam assegurar o seu sigilo telefônico, a encriptofonia é mais uma tecnologia que será lançada na Exposeg, também pela empresa Missão Impossível. O aparelho Encriptline transforma a voz em códigos, que serão indecifráveis para qualquer invasor que tente interceptar a conversa durante a transmissão. Apenas o receptor, que também deve ter o mesmo aparelho conectado a linha, escutará a conversa normalmente, com a certeza e a garantia de que ninguém mais teve acesso ao diálogo.

Outro produto do mesmo expositor também servirá para manter a linha telefônica longe de invasores. O Clean Line bloqueia todos os equipamentos conectados a linha telefônica e o mais importante, indica quando houver a suspeita de um grampo ou outro tipo de interceptação.

A Exposeg 2005 também vai mostrar que cartão de ponto já é coisa do passado. A biometria, tecnologia que identifica pessoas através de suas características físicas e pessoais, será mais um ponto alto da feira.

Especializada no assunto, a Henry Equipamentos e Sistemas Eletrôni apresentará na Exposeg o seu mais novo lançamento. Trata-se do Bio Card, um equipamento que identifica as pessoas apenas pelo toque do dedo polegar. Com capacidade infinita de usuários e com o seu funcionamento on-line, o equipamento é perfeito para o controle de acessos de academias, escolas, empresas, entre outros.

"A biometria é a tecnologia de segurança do futuro. Não existe nada mais seguro para identificar uma pessoa do que as suas próprias características físicas", explica Walter Lemos, gerente comercial da Henry.

O rastreamento de carros também terá novidades na Exposeg 2005. Acompanhando as evoluções tecnológicas, a Alarmes Santa Rita lançará o rastreador veicular Alarmecel, via SMS em GSM/GPRS. Em caso de roubo, por exemplo, o automóvel poderá ser localizado através de mensagens de texto via telefone celular.

Os números da Exposeg

O evento contará com grandes corporações de segurança, revendedores, representantes comerciais, profissionais da área, instaladores e responsáveis técnicos por segurança de condomínios, forças armadas e policiais. "A Exposeg proporciona aos profissionais a oportunidade de conhecer novas tecnologias, novos fornecedores e a reafirmação com os atuais e, ainda, a troca de informações tanto comerciais como institucionais por meio das entidades presentes", declarou José Roberto Sevieri, diretor do Grupo Cipa.

A última edição recebeu cerca de 23 mil visitantes e gerou mais de US$ 440 milhões em negócios. "A Exposeg é um sucesso há 10 anos e cresce a cada nova edição. Este ano nós esperamos pelo menos 25 mil visitantes", finaliza Sevieri.

Cerca de 120 expositores já confirmaram sua participação como a ADT, Contronics, Crow - Betatronic, Dimep, Estrela Azul, Kodo, Missão Impossível, Saint German, Sycon, Telsate, Alarmes Santa Rita, entre outros.

Os números do setor

Segundo pesquisa realizada pela revista Security, o setor de segurança eletrônica cresce em média 12% ao ano. Os índices apontam que o agitado mercado brasileiro fatura em média US$ 820 milhões anualmente.

Em um levantamento divulgado no Fórum Mundial de Segurança na América Latina, em 2002, os números indicavam que a Europa e a América do Norte representavam 81% do mercado de segurança privada, que inclui o setor de segurança eletrônica e patrimonial. Mas a América Latina, que detinha apenas 5% desta fatia, era apontada como a região onde os negócios eram mais dinâmicos, com taxas de crescimento entre 9% e 10%.

No Brasil, o setor é aquecido a cada dia, já que os índices de criminalidade não dão trégua. Apenas em São Paulo acontecem 1200 assaltos por dia, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Com este quadro, o número de empregos gerados pelo setor de segurança privada no país chega perto da casa dos 550 mil, enquanto o setor público sustenta 490 mil efetivos, incluindo as polícias militar, civil e federal.

Esses números podem parecer altos, mas se comparados aos Estados Unidos, por exemplo, eles tornam-se irrisórios. Para cada um milhão de policiais norte-americanos, existem três milhões de empregados na segurança privada do país.

Mas o mais assustador é que no Brasil existem cerca de 600 mil vigilantes clandestinos, segundo dados da Confederação Nacional de Vigilantes. Trata-se de pessoas despreparadas e até mesmo policiais, que prestam serviços ilegalmente, para complementar a sua renda.

É importante ressaltar que para trabalhar de acordo com as especificações da legislação brasileira, as empresas de segurança privada precisam ser reconhecidas pelo departamento de Polícia Federal, que expedirá um documento de autorização.

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