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Economia e Negócios
04/05/2004 - 06h08
Discussões sobre o aumento do salário mínimo
Marcos Chagas e Iolando Lourenço - ABr
 

Os presidentes da Câmara, João Paulo Cunha, e do Senado, José Sarney, reúnem hoje o Colégio de Líderes das duas Casas para discutir a implantação de uma comissão mista com o objetivo de buscar recursos capazes de aumentar o valor do salário mínimo além dos R$ 260,00 propostos pelo governo federal. A informação é do primeiro vice-presidente do Senado, Paulo Paim (PT-RS), que participou de uma reunião na manhã de ontem com os presidentes da Câmara e do Senado.

Segundo Paim, o objetivo dessa comissão iria além do debate do valor do salário mínimo para vigorar a partir de 1º de maio. "É necessário trabalhar com os líderes para debater uma política permanente para o salário mínimo", disse o parlamentar. Acrescentou que a participação de um representante do Executivo na comissão seria "proveitosa" para os debates.

O senador petista defende um reajuste de R$ 44,00 no valor do mínimo por ano, o que representaria R$ 0,20 a hora trabalhada. "Assim o governo poderia cumprir sua meta de dobrar o valor do poder de compra do mínimo até o final do mandato do presidente Lula", explica.

A líder do bloco governista (PT-PSB-PTB) no Senado, Ideli Salvati (PT-SC), considera praticamente impossível alterar o valor do salário mínimo definido pelo presidente Lula. "A condição básica para alterar (o salário mínimo) é identificar de onde vão sair os recursos acima do que foi fixado pelo governo. Qualquer aumento do salário mínimo sem sustentabilidade financeira seria uma aventura que não podemos entrar", alerta a senadora.

O senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) sugeriu que parte dos recursos necessários para elevar o valor do mínimo para cerca de R$ 290,00 (equivalente a US$ 100,00) poderiam ser retirados das emendas individuais dos parlamentares, que somam em 2004 cerca de R$ 1,5 bilhão. "Acho que o presidente Lula deve fazer um esforço para isso, até porque ficará muito melhor para a biografia dele. O presidente não deu R$ 260,00 porque quis, ele foi forçado pelas circunstâncias econômicas do país", ressaltou o senador baiano.

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