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Turismo e Viagem
14/02/2020 - 06h42
6 erros mais frequentes na hora de viajar
 
 
Saiba como evitá-los

A empolgação para a viagem costuma vir acompanhada de muitos planejamentos, o que pode prejudicar a organização de elementos cruciais para o embarque, como: documentação das crianças, contratação do seguro viagem e dinheiro extra. Esses detalhes, muitas vezes, acabam sendo deixados de lado e são lembrados apenas em situações de imprevisto. O que muitos não sabem é que é possível escapar desses “perrengues” facilmente.

Portanto, para ajudar nessa tarefa, Renato Rotta, executivo da Allianz Travel, empresa líder em seguro viagem, que, no Brasil, atua como representante da Allianz Seguros no segmento viagem, listou seis itens que o viajante deve se atentar.

1. Esquecer de despachar as malas novamente durante conexão internacional

Uma distração muito comum dos viajantes é não se atentar ao despacho das bagagens entre uma conexão e outra. É provável que elas não cheguem ao destino sem que seja feito um novo check-in. Por isso, é sempre bom verificar com a equipe da companhia aérea se será necessário despachá-las novamente no aeroporto onde será realizada a conexão para o próximo voo.

2. Regras de bagagem diferentes entre companhias

As regras para mala de mão e peso das bagagens podem variar de companhia para companhia, o que deixa o viajante, que não quer pagar por excesso de bagagem, confuso. Antes de viajar, se a franquia das bagagens é a mesma para as companhias aéreas escolhidas. Evitar este tipo de surpresa desagradável é a melhor solução para a viagem caber no bolso.

3. Viajar com crianças sem documentação

Dentre os principais pontos do planejamento, a documentação deve ser prioridade. A autorização de embarque exige rigidez, principalmente ao se tratar de menores de idade.

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), os pais ou responsáveis da criança que viaja desacompanhada devem providenciar as autorizações necessárias. O documento judicial é sempre exigido pelas empresas aéreas, devendo ser apresentada a autorização do Juizado da Infância e da Adolescência.

Para voos dentro do Brasil, a autorização deve conter informações como: origem e destino, data da viagem e validade do documento. Também são necessários os dados da criança e do responsável, bem como o respectivo grau de parentesco entre esses. Além disso é preciso incluir as informações da pessoa que vai receber a criança no local de destino.

Alguns países exigem que a autorização da viagem para menores de idade seja assinada pelos pais biológicos. Caso a criança viaje sem um deles, o processo para regularizar toda documentação pode demorar dias e atrasar todo o planejamento turístico. É preciso colocar em ordem essas pendências, saber o que o país de destino exige e verificar as permissões de embarque para voos nacionais e internacionais.

Por isso, verificar todos os documentos obrigatórios para o embarque, principalmente o RG ou passaporte, tanto de criança quanto de adulto, é muito importante para evitar a taxa de remarcação, que pode ocorrer caso seja necessário obter uma documentação provisória de última hora para conseguir embarcar. É importante ficar atento também ao prazo de validade de cada um destes documentos, visto que crianças e bebês tem prazos menores para o vencimento da documentação.

No que diz respeito ao passaporte da criança, deve-se verificar o site da Polícia Federal para entender como a sua expedição pode ser realizada. Há regras específicas, englobando o aceite dos pais e faixa etária da criança. Para mais informações, verifique o site da Polícia Federal.

4. Não se informar sobre seus direitos quando a companhia aérea adia ou atrasa o voo

Muitos desconhecem a assistência material, que pode vir a ser oferecida gratuitamente pelas empresas aéreas em alguns casos: atraso, cancelamento, interrupção ou preterição do voo. Entretanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) determina tal benefício. O viajante deve se informar no site do órgão sobre as condições dessa assistência, de acordo com o tempo de espera.

5. Não levar dinheiro de reserva e realizar pequenos saques

Imprevistos podem custar além do planejado. Não estar prevenido pode causar problemas pós-viagem, como estourar o limite do cartão de crédito e sofrer com juros altos. É fundamental ter algum dinheiro em espécie reservado para usar nestas emergências e evitar futuras dores de cabeça.

6. Não contratar um seguro viagem

Outra dica é adquirir um Seguro Viagem, independente do destino. Mesmo que a viagem seja curta, para lazer ou negócio, a contratação do seguro viagem é de extrema importância, pois irá resguardar o viajante em caso de acidentes, extravio de bagagem, entre outras coberturas, além de oferecer benefícios na locação de veículos e compra de produtos, por exemplo.

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