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Professor especialista em administração demonstra que gestão eficaz do orçamento contribui para reduzir impacto negativo da redução da renda familiar.
No momento em que o IBGE acaba de divulgar índice recorde de desemprego e nova queda do poder aquisitivo da população brasileira, a gestão eficiente do orçamento doméstico torna-se ainda mais crucial. Os dados divulgados pelo IBGE somam-se à queda de 12% do poder aquisitivo dos brasileiros em 2003 e ao aumento da concentração de renda. O problema é ainda mais grave se levado em conta o aumento dos preços administrados pelo governo - telefonia, energia elétrica, água e esgoto, pedágios e, no caso de São Paulo, as novas taxas recentemente criadas pela Prefeitura. No momento em que vivemos é imprescindível a elaboração de um fluxo de caixa doméstico que contenha, de forma fácil e ordenada, os valores de receitas e das despesas incorridas no dia-a-dia. O orçamento doméstico possibilita um maior controle, planejamento e administração das finanças pessoais, na medida em que permite mensurar, analisar e avaliar a situação econômico-financeira de uma família. A gestão eficaz dos saldos apresentados através do orçamento doméstico é fundamental para reduzir o impacto negativo da redução da renda familiar, na medida em que a falta de dinheiro no caixa doméstico é um assunto bastante comentado no dia-a-dia dos brasileiros e a forma de minimizar este impacto está na busca de linhas de financiamentos bancários com taxas mais baixas do que o "famoso" cheque especial, tais como os empréstimos com garantia real, crédito parcelado, entre outras disponíveis no mercado financeiro", orienta o professor de Administração das Faculdades Integradas Rio Branco, Douglas Renato Pinheiro. A realização de um orçamento doméstico permite que as pessoas tomem decisões financeiras acertadas, de modo a maximizar seus resultados financeiros de curto e longo prazo.
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