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Ao perguntar para alguém como ficou sabendo da existência de um projeto social, grande parte tem a mesma resposta: pela mídia. É através dos jornais, revistas e Internet e pelas ondas da televisão e rádio que a população tem a oportunidade de conhecer o país onde mora, além de ficar informado sobre seus direitos, deveres, cuidados com o meio ambiente, movimentos de voluntariado, ações de responsabilidade social. O papel dos meios de comunicação, que há pouco tempo era apenas informar, com a revolução pós-industrial e globalização, passa a ter função educadora, mobilizadora e de transformação social. Trabalho efetuado diariamente pelos "proprietários das notícias". Pessoas normais, que acordam cedo e vão dormir muito tarde, responsáveis por manter o povo informado e conscientizado. São jornalistas, editores, redatores, radialistas, diagramadores, fotógrafos, publicitários, designers, câmeras, que através da tecnologia, conseguem transformar fatos em notícias, ações de voluntariado em dezenas de beneficiados, um número de telefone em diversas ligações. Como ser isento, não se envolver com a fonte, vibrar com ela, sorrir, amar? Nos livros didáticos tudo parece tão fácil. Mas como não colocar emoção, coração, quando nos apaixonamos pela informação? Aí é que entra a revolução da mídia, que não apenas traduz os fatos para os leitores, telespectadores, ouvintes, mas também convoca vontades, aponta soluções e promove transformações. Porque, muitas vezes, é através de uma nota no jornal, chamada da rádio ou TV, que mais uma pessoa é conscientizada. Ao se deparar com o papel de formador de consciência, os profissionais da mídia, estão cada vez mais voltados para a qualidade de vida do Brasil e em divulgar ações de transformação social. Função que exercem com muito empatia e amor. Nota do Editor: Christiane Finger é jornalista, assessora de imprensa da ONG Parceiros Voluntários de Caxias do Sul.
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