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Pense por poucos períodos. Podemos procurar por possibilidades possíveis (pleonasmo?). Porém, parece pouco provável, para poucos parvos, que possamos progredir. Para os pessimistas poderemos, para a posteridade, permanecer pobres, na pulha. Parece, por isso, pouco provável prover ao Poder Público projetos proveitosos. Povo pedinte e passivo por poucas possibilidades. Promessas pré-pleito promulgadas por políticos populistas. Promessas postergadas, propostas pífias, política e políticos podres que propiciam parcas provisões para a plebe, para seu padecimento. Poucos porcos, porém possuidores de poder, passam dos parâmetros permitidos. Pessoas que poderiam provocar protuberâncias purulentas nas próprias peles para pelejar por propósitos prejudiciais para o povo. Promotores de pobreza que parecem pensar pelos pêlos pubianos. Poucas palavras poderiam protegê-los. Parcos panos pretos que povoam o paraíso e parafraseiam prosas e poesias de poetas populares para pequenizar a pequenez de seus próprios pudores, preparando as pessoas para o pior. Piolhos, pulgas ou percevejos poderiam proliferar no perímetro peniano destes pérfidos palacianos, provocando pruridos. Pessoas pútridas poderiam perecer com a pleura perfurada por parasitas. Porém não perecem, não padecem; perduram perenemente. Procuremos, pois, por portas promissoras. Podemos pedir pro Poderoso Pai por providências e que perdoe os pecadores do Paço. Peçamos aos pacóvios no poder para parar com a palhaçada, sem pestanejar. Pressionar promotores públicos para pô-los na prisão. Perpétua, se possível. Pensemos positivamente: passamos por períodos piores. Possuíamos e praticávamos pouca perspicácia. Protejamos o Planeta - peixes, pássaros, plantas, pessoas. Proponhamos projetos para propagar o progresso do Paraíso, para que as pessoas prefiram permanecer por perto, plenas de prazer. Precisamos provocar pedreiros, padeiros, psicólogos, professores, o povo padecido para promover pacificamente propostas potentes e pujantes pela prosperidade pedida e perdida. Preestabeleçamos preços nos preciosos produtos perenes postos no perímetro protegido pelo Patrimônio ou pagaremos um preço pesado por protelar providências. Precisamos, por paixão pela praça, parar de pensar nos próprios pés. Precisamos pôr no poder pessoas pacatas e produtivas, que pensam para o público que os pleiteou. Proteger-nos de pseudo-puritanos. Precisamos de pessoas que pensam profissionalmente, priorizando o progresso e a paz. Providenciais protetores pr’esta província paradisíaca. Progenitores poderão propiciar às próprias proles períodos de prosperidade. Performance permanente, prolongada. Porém, possibilidades possíveis passam de puros palpites. Precisam de pessoas para processá-las plenamente. Ponhamos, portanto, um processo pululante em prática, sem paciência, sem parcimônia; partindo do povo, para o povo, pelo povo.
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