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É um mito pensar que os peelings só possam ser realizados no inverno. A tendência atual é a opção por peelings mais superficiais, que podem ser repetidos a intervalos de 2 a 4 semanas, realizados em qualquer época do ano e que não requerem afastamento das atividades. "Qualquer época do ano é a ideal para se proteger dos agentes que causam o envelhecimento", alerta o professor da UFRGS e da Ulbra, o dermatologista Humberto Ponzio. Tratamentos de pele como os peelings químicos provocam uma descamação controlada da pele, buscando a recuperação do tecido. Através da utilização de substâncias que possibilitam o desprendimento das camadas superficiais da pele, provocam uma retração cutânea. O resultado é uma pele macia, brilhante e uniforme. O procedimento do peeling é realizado a partir de substâncias ácidas e pode ser feito de maneira superficial ou profunda. Qualquer tipo de peeling exige sempre o acompanhamento de um dermatologista especializado, pois pode haver conseqüências irreversíveis como manchas escurecidas, cicatrizes e até mesmo infecções. Os peelings mais profundos trazem grandes benefícios, como a redução de manchas e pequenas rugas, além de diminuir a flacidez da região em tratamento, proporcionando o rejuvenescimento. As variações são os peelings médio-profundos, médios, muito superficiais e superficiais, sendo que estes dois últimos são indicados para portadores de acne em atividade, pequenas rugas e com fotoenvelhecimento leve. Os peelings podem ser aplicados em outras partes do corpo além do rosto, como nas mãos, por exemplo e atuam também no tratamento de estrias.
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