Caro Luiz Moura, como leitor que sabe que sou do seu site, digo que existe um erro grave interpretativo e que serve de base fundamental para todo o texto escrito pelo sr. Geremias do Couto. Quando ele critica a frase símbolo de Richard Dawkins está cometendo um erro literal na sua percepção e desviando o foco de discussão, tentando difamar com mentiras alguém que não tem o direito de resposta. Como não gosto de injustiças, me sinto no dever de tentar responder a este texto de forma humilde e muito mais simples do que uma possível resposta de Dawkins. Mesmo se não me achar com créditos para isso, então, peço para que seja fita a defesa de ideais atacados, sem fundamento, pelo pastor Geremias, inclusive, em respeito a Einstein e tantos outros ateus renomados como Dawkins, que merecem o devido respeito. A informação depende de quem recebe e você acompanhou a palestra de ontem (28) do Içami Tiba. Ele também deu sinais de ateísmo e disse literalmente para tomar antibióticos, em vez de rezar. Mas retornando a veiculação de textos sem fundamento, ressalto que a palavra provável, citada por Geremias, como fomento de não convicção da idéia de Dawkins, tem a seguinte definição no dicionário Aurélio: Provável (Do lat. probabile): 1. Que se pode provar; 2... Portanto, a frase propaganda de Dawkins não apresenta falta de convicção, pelo contrário, ela aparenta até, no meu ver, um exagero de auto confiança, pois o que o francês quis dizer, e disse literalmente nas palavras escritas é: “Eu posso provar que Deus não existe” Como diria o outro, chega de ficção e tanta deturpação (*). (*) neste caso, no significado “4.” previsto pelo Aurélio. Saulo Gil saulo1@uol.com.br
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