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O cúmulo da ameaça do terrorista morto: ser enterrado em Jerusalém! Sim, Yasser Arafat deixou ordens para seu corpo ser enterrado de um modo tal, que possa ser transladado um dia para Jerusalém, terra que os palestinos reivindicam como sua! E Israel? Israel tem que morrer ou se atirar no mar! Matar judeus, destruir Israel, nação nascida em 1948 - foi para isso que viveu o terrorista mais bem sucedido dos nossos tempos, o assassino mais rico do Oriente Médio; um dos mais odiosos representantes da nossa espécie. Em certa medida, Arafat, pelo que fez e pela sua importância em instigar o ódio a milhões de seres humanos, pode ser considerado um dos maiores genocidas do nosso tempo. Pelo que se viu do seu funeral sua obra de destruição apenas está começando. O "povo" palestino é sua cópia fiel; não há nenhum palestino que não o adore, exceto os oportunistas de igual jaez de olho no vácuo de poder que ele deixa. De fato, um povo inteiro foi moldado à sua semelhança, à sua imagem odienta e vingativa, sangrenta e repugnante. Não há aqui nesta análise palavras doces e macias para com um povo que baba de ódio, que faz da morte dos seus um estardalhaço histérico e doentio, e da morte dos outros - os infiéis - um carnaval de sangue e violência; um povo inteiramente cego pela sua doentia inclinação anti-Israel, anti-judaica, e anti-civilizacional. Palavras doces e compreensivas para com ele só podem partir de demagogos, de políticos covardes, de jornalistas interessados no coletivismo socialista, de canalhas pela causa anti-Israel e anti-americana. Quem diz a verdade que salta aos olhos só pode considerar Yasser Arafat uma excrescência humana, e o povo palestino, infelizmente, um subproduto do ódio, do ressentimento. Embalados por uma fé regada a sangue e pontuada de mensagens intolerantes de destruição dos infiéis, esse "povo" cruza o deserto de suas vidas à procura de um oásis alheio onde possa matar a sua sede de sangue e de vingança. Esperaram miserentos na areia quente por séculos e séculos até Israel nascer e construir lá um jardim, um pomar exuberante de trabalho e inteligência. E continuam miserentos porque só odeiam, só invejam; têm ódio de quem tem sucesso; querem a terra de quem a mereceu, de quem nela primeiro viveu! Assim a causa palestina torna-se falsa e sem finalidade sadia. Se palestinos são árabes, então nenhum povo árabe a acolheu. Por que isso? Por que existiu a afinidade socialista de um Gamal Abdel Nasser e Arafat (a quem serviu), e de ambos à União Soviética? Que há de comum entre eles com o genocídio cristão e judeu? O povo palestino derrete-se na areia tórrida do ódio e esvai-se de razão porque sua causa é sem saída, suas premissas equivocadas e seus métodos repulsivos à razão humana. Nem sua religião ajuda; pior do que isso: incentiva-os ao martírio e ao assassinato de inocentes em nome de Deus-Alá! Mas o pior é a "opinião pública" internacional; os infelizes lugares-comuns de amplos setores da imprensa - se não a sua quase totalidade -, todos inteiramente de joelhos ante o terrorista morto. Os líderes fajutos como Lula e José Dirceu, oportunistas repulsivos como Chirac, Schöreder, cientistas políticos e acadêmicos a soldo do comunismo internacional, diplomatas mentirosos e enriquecidos como Koffi Anan e a repelente ONU - usina de atitudes e de intenções malévolas! O pior é o povo israelense ver e testemunhar diariamente carros-bombas explodirem pessoas pela mesma causa a que se dedicou Yasser Arafat. Pior é assistir as razões tortuosas dos justificadores de tais atos repulsivos. Como pode a humanidade que se diz civilizada aplaudir e reverenciar o cadáver de um homem que se dedicou a vida inteira a atos como esses? Como pode alguém conscientemente ter solidariedade a alguém que como as SS de Hitler ostentavam o símbolo da caveira no seu uniforme? Yasser Arafat não negava que sua missão era destruir Israel - o único motivo de sua vida. Como podem se enganar todos quantos vêem apenas um "líder" de um povo em Yasser Arafat, sem perceber o assassino de inocentes? A semelhança com o erro histórico que arrastou o mundo à Segunda Guerra Mundial é de pasmar! Depois do Acordo de Munique - paz para o nosso tempo - é de se esperar o pior para esse mundo repleto de inversões, um lugar onde se reverencia a morte, o genocídio, e onde se aclama um terrorista e seu "legado". Caminhamos celeremente para outra guerra mundial - se é que não estamos nela - uma guerra "santa", uma guerra de ódios suicidas protagonizada por "povos" envenenados pela loucura religiosa islâmica, pela assassina ideologia anti-americana e anti-Israel. Essa guerra mundial deverá ser por sua importância a verdadeira Cruzada cristã - uma Cruzada como nunca antes ocorreu; uma Cruzada para qual nem mesmo Bush está preparado! Nota do Editor: Carlos Alberto Reis Lima, é médico neurologista, e formado em História e Ciência Política na UFRGS em nível de Mestrado.
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