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Ao entrar no quinto ano deste novo milênio, a humanidade vai dando seus passos, ora rápidos, ora lentos, rumo a... Rumo ao quê? Todos vão: alguns impetuosos, outros indecisos; este com entusiasmo, aquele com medo; este outro, empurrado; aquele ali, arrastado. Mas todos vão... Vão para onde? Quanta gente vai tocando a vida mecanicamente, sem saber para onde está indo...! Desperta pela manhã, veste-se, toma o café, começa a trabalhar, almoça, volta a trabalhar, janta e dorme. No dia seguinte, a mesma rotina. Ao cabo de 20, 30, 50 anos, qual foi o resultado desta repetição? Qual o sentido da vida, e para que existimos? Que decepção se a minha vida se limitasse a comer, beber e dormir, sem dar qualquer atenção ao sobrenatural! Deus criou o universo em cinco escalões hierárquicos: o reino mineral, o vegetal, o animal, o humano e o angélico. O mineral não tem vida; o vegetal tem vida, mas não o movimento; o animal tem movimento, mas não a inteligência; o humano tem espírito, mas atrelado a um corpo animal; o angélico é puro espírito. Os únicos seres capazes de decidir o seu próprio destino são os homens e os anjos. Só eles podem aceitar ou rejeitar o Deus que os criou. E por isso mesmo, só eles são merecedores de um prêmio ou de um castigo. Os anjos já passaram por esta prova. Na grande batalha travada no Céu, os anjos maus foram castigados e os bons premiados eternamente. Resta apenas a decisão da humanidade: decidir simplesmente se quer ou não... ir para o Céu! Aqui estamos, entrando em 2005. Dois milênios atrás, a terra conheceu um homem que zerou o nosso calendário. A História se dividiu em duas partes: antes e depois de Cristo. Mas não dividiu Ele apenas a História; separou também os corações. De um lado estão os que o seguem; de outro, os que o rejeitam. E assim ficou mais fácil tomar nossa decisão: Jesus é "o caminho, a verdade e a vida". São 2005 anos de conhecimento deste tesouro que nos proporciona, aqui na terra, uma pré-degustação da alegria que gozaremos no céu. Que no umbral deste novo ano, ainda envolvidos pelo aconchegante calor do presépio, a Virgem Maria e São José nos alcancem de seu divino Filho, as graças necessárias para seguir Jesus decididamente, rumo à felicidade celeste! Nota do Editor: Alexandre Tavares é músico.
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