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Opinião
11/01/2005 - 21h01
Inclusão digital, software livre e o coopsoft
Rosalvi Monteagudo - Pauta Social
 

A inclusão digital é para estabelecer as bases da igualdade para uso da moderna tecnologia e o software livre é a liberdade de compartilhar entre todos, desvendando-o com transparência e socializando-a. A humanidade passa a ser a grande potência e a educação torna-se indispensável. Porém, a inclusão digital (Frentsoft) precisa da atuação do terceiro setor via um cooperativismo revisto e adaptado a essa moderna tecnologia (Coopsoft), em fraternidade, organizando o sócio-econômico.

A inclusão digital deve ser associada a sócio-econômica, educando e organizando o mercado interno, através da área de atuação local/comunitária, uma vez que a baixa escolaridade e a baixa renda provocam a exclusão social e digital. Portanto, o acesso à renda, educação e tecnologia tornam-se prementes, para uma visão humana e justa.

A inclusão digital pode ser implementada junto com a educação e compartilhar entre todos os direitos e deveres sócio-econômico. O acesso à Tecnologia de Informação e Comunicação (TICs) é um direito de todos e dever do governo, pela possibilidade de oferecer a auto-sustentação, através da compartilha dos recursos humanos, materiais e econômico-financeiros.

A inclusão digital obriga a inclusão social, motivo pelo qual é necessário conhecimento, educação e apoio de uma política sócio-econômica. Na moderna tecnologia deve-se ensinar o saber de maneira prática, educando para que não fique nas mãos de poucos e seja útil ao socioeconômico e não somente ao capital. Atualmente, estamos numa época de transição, em que o social está esquecido, pelo predomínio do capital. O computador pode tornar prático o enfoque sistêmico discutido pelos teóricos, porém, deve ser usado após passar por uma revisão democrática e social. O fato de organizar a informação pode ser útil para tomadas de decisões humanas, decorrentes das modernas tecnologias.

O enfoque sistêmico pode buscar soluções às condições humanas e às situações problemáticas da pobreza. Por exemplo, no problema do freio do desenvolvimento e educação, o uso da moderna tecnologia em benefício da humanidade, através da cooperação econômica e compartilha dos recursos humanos, materiais e econômico-financeiros. Os valores econômicos não são a solução para os valores sociais. Os valores humanos individuais têm algo em comum e devem ser aplicados de forma práticas, concentrando-os num sistema para uso humano do econômico.

O conflito do jogo de mercado, em que o predomina o financeiro, sem uma preocupação social, só pode trazer a atual convulsão. Com o sistema de informação, temos a compartilha dos recursos humanos, materiais e econômico-financeiros, com programas para processamentos técnicos, via software e Internet, numa interação, integração e cooperação entre as pessoas, os povos, as nações, evitando assim que se isolem.

A medida é sobre o capital, o preço do produto, a demanda e o nível tecnológico, num moderno estudo de economia de mercado, com preocupação sócio-econômica. Uma empresa tem como função social gerar trabalho, organizar a geração de trabalho com distribuição de renda. O uso humano do computador, servindo como integração das diversas ciências, que devem ser para o bem-estar social, em ação global, mitiga os problemas da pobreza dos países, educa e cria perspectivas de trabalhos. A insatisfação social tem como solução a interdependência, pelo mercado da informação, entre a sociedade e o processamento técnico, via software, logicamente com inclusão digital.

Nesse enfoque sistêmico torna prático o desenvolvimento progressivo do know-how, reforçando a doutrina filosófica cientifica da evolução, do livro Economia solidária, Novas Regras, da autora Rosalvi Monteagudo. Portanto, a inclusão digital virá da organização socioeconômica em que as modernas tecnologias são para reverter ao social, sem controle de cima para baixo. A Coopsoft viu no software livre e na inclusão digital meios de organizar o socioeconômico, implementando através da iempresa, com novas regras. O software livre e a inclusão digital são os meios de organizar a economia solidária, através da revisão das regras dos princípios cooperativistas (Coopsoft). Estamos numa época evolucionista e não revolucionária.


Nota do Editor: Rosalvi Monteagudo é Presidente Social da Economia Solidária.

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