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Problemas com deformidades ortopédicas na infância preocupam muitos pais, o Dr Sidney Schapiro garante que o contato com a natureza ajuda na regressão da malformação. Aproximadamente 3 a 4% dos recém-nascidos apresentam um defeito congênito (defeito de nascença) importante e em alguns casos só são descobertos durante o crescimento. Outro dado preocupante é que 7,5% das crianças em torno dos cinco anos apresentam esses defeitos inatos. Tais estatísticas publicadas pelo "Manuel Merck-Saúde para Família" afligem a muitos pais, pois muitos desses defeitos são de cunho ortopédico. Neste caso os membros que apresentam mais incidência são: pés, coluna, quadril, joelho e não se pode esquecer das "dores de crescimento" que não ocorre logo no nascimento, mas acabam atingindo muitas crianças. Os pais que encontrarem alguma anormalidade na criança devem procurar um médico que diagnosticará se é necessário ou não algum tipo de tratamento. O Dr Sidney Schapiro, médico ortopedista e cirurgião, especializado em Ortopedia Geral e Infantil, diz que, primeiramente, avaliará se a deformidade é móvel ou rígida, se for rígida é necessário algum tipo de tratamento, e em alguns casos intervenções cirúrgicas. O ortopedista Sidney Schapiro acrescenta que as principais dúvidas dos pais são se os filhos apresentarão problemas já existentes na família, ou seja, se herdarão deformidades genéticas, ele diz que indagações como: "Trouxe meu filho porque ele tem pé chato igual a mim, porém meus pais não tiveram o cuidado de me oferecer tratamento enquanto era possível", são freqüentes por parte dos pais. Mas, segundo ele, mesmo a criança tendo certas heranças genéticas o melhor, em alguns casos, é deixá-las em convívio com a natureza, pois estímulos como irregularidades no chão, ao andar, criam fatores de desequilíbrio que fazem o cérebro transmitir uma resposta automática que re-equilibra a criança, propiciando uma melhor aptidão no desenvolvimento físico e esportivo. "Deformidades fisiológicas de pé, joelho, quadril e coluna após o nascimento tem caráter regressivo, isto é, durante seu crescimento vão diminuindo sem a intervenção de nenhum artefato externo como as palminhas", diz o ortopedista Sidney Schapiro. Mas, em casos de crianças que caem muito sem diagnósticos de distúrbios neuro-motores, ou mesmo, em casos de dores de origem desconhecida, como as chamadas "dores de crescimento", são indicados o uso das palmilhas para tentar acomodar a postura de marcha, equilibrando a criança externamente. Por isso, para preservar a saúde da criança é sempre melhor ter uma opinião médica que indicará qual é o melhor procedimento em casos de deformidades infantis.
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