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As férias chegam ao fim, mas não a capacidade para cada vez mais nos espantarmos com a estultice local e alhures. Claro, tudo tido e havido como o mais alto, nobre e lúcido dos propósitos, ideais. O Instituto Rio Branco através do Ministro Celso Amorim manda o inglês às favas. Falo da língua inglesa que não é mais eliminatória em seus exames. Na verdade o que o ministro et caterva querem é mandar os Estados Unidos e a velha Inglaterra, que sempre apóia o rebelde filho, ás... favas. Sejamos polidos. Esta história de que é para que haja maior democratização nos exames de ingresso a carreira diplomática é empulhação. Por problemas ideológicos tiraram o inglês como matéria eliminatória. Como o Lula prefere os países periféricos em suas excursões ao exterior talvez o Itamarati esteja certo. Matérias eliminatórias deveriam ser alguns dialetos africanos, o chinês, o francês falado no Haiti, o sudanês e, quiçá, o tupi ou guarani. Por que continuar falando uma língua que aqui aportou com os colonizadores portugueses? Nota do Editor: Luiz Carlos dos Santos é ubatubano e professor.
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