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Opinião
23/09/2020 - 07h19
A vacina chegando em outubro
Dirceu Cardoso Gonçalves
 

A disponibilização, já em outubro, dos primeiros 5 milhões de vacinas de origem chinesa para a prevenção da Covid-19, é fato relevante. O anúncio feito no domingo pelo governador João Dória devolve aos paulistas a esperança de logo voltar à normalidade sem o temor de estar assinando a sentença da própria morte e/ou do reaquecimento da pandemia. É bom lembrar que além da vacina chinesa - que o Instituto Butantã prevê fornecer 46 milhões de doses até dezembro - temos em andamento os testes e produção da vacina da Universidade de Oxford (Reino Unido) pela federal Fundação Oswaldo Cruz (Rio), e da russa Sputnik V, pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Curitiba).

A chegada das vacinas era prevista só para o próximo ano e isso deu força à adoção do isolamento social e outras medidas de necessidade e eficiência amplamente festejadas, mas, para desencanto geral, até hoje não comprovadas. A vacina, somada à redução do número de infectados e de mortes pela pandemia, abre novas perspectivas. Espera-se que a distribuição do imunizante se faça na forma mais racional, sem a repetição dos arroubos e discussões políticas presentes - que escandalizaram a população - na chegada e alastramento do coronavírus pelo país. Que as autoridades e especialistas - federais, estaduais e municipais - cumpram rigorosamente seus protocolos éticos e jamais misturem esse trabalho com as eleições do presente ou do futuro. Se não tiverem outras razões, que o façam pelo menos em respeito aos 136.895 brasileiros que já pereceram e aos outros que fatalmente ainda perderão a vida em decorrência do mal.

Quanto à população, é do seu interesse manter as cautelas. Mesmo com a queda das mortes e da infestação, o vírus continua circulando. Por isso, devemos manter, com a devida seriedade, o uso regular da máscara, evitar as aglomerações e observar o distanciamento pessoal. Deixar as festas e reuniões sociais para depois que as vacinas já tiverem sido aplicadas e produzido os efeitos imunizantes. Tudo o que se fizer antes disso será exposição a riscos evitáveis...


Nota do Editor: Dirceu Cardoso Gonçalves é tenente da Polícia Militar do Estado de São Paulo e dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo).

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