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Medicina e Saúde
08/06/2004 - 18h03
Remédios deixarão de ser artigo de rico, diz Lula
Juliana Andrade - ABr
 
Farmácia Popular permitirá que remédio deixe de ser artigo de rico, diz Lula.
 
Marcello Casal Jr. / ABr 
  Salvador - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa na solenidade de inaguração da Farmácia Popular.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que o objetivo do Programa Farmácia Popular do Brasil é "possibilitar que remédios no Brasil deixem de ser artigo de rico". O programa, que visa garantir à população o acesso a medicamentos básicos e essenciais a saúde, a baixo custo, foi lançado ontem na capital baiana.

"Possivelmente algumas pessoas não sabem a importância disso. Possivelmente quem nunca teve dificuldade de comprar remédio não sabe a importância disso. Possivelmente quem nunca viu um parente seu morrer tendo a receita colocada dentro de uma gaveta de um criado mudo, por falta de dois, três ou um real para comprar um remédio", afirmou o presidente na solenidade de lançamento do programa.

Ao lado do ministro da Saúde, Humberto Costa, o presidente inaugurou uma das cinco unidades da rede de Farmácias Populares de Salvador. Na primeira fase do programa, foram abertas simultaneamente mais 12 farmácias: 10 em São Paulo, uma no Rio de Janeiro e outra em Goiânia. A meta do Ministério da Saúde é inaugurar, até o final do ano, 100 unidades em todo o país.

Para o presidente Lula, o programa é uma demonstração de que o importante para o governo federal é a necessidade da população, independentemente "de quem seja o governo ou do partido político a quem pertença aquele governo". Ao lado do governador da Bahia, Paulo Souto, e do prefeito de Salvador, Antônio Imbassahy, ambos do PFL, o presidente destacou que o critério usado para a escolha das cidades em que o programa seria lançado foi o comprometimento no sentido de fazer um projeto junto com o governo federal.

Lula ressaltou que, no que se refere à forma de melhorar a saúde da população, a política de saneamento básico é uma das prioridades. Ele destacou que, em um ano de governo, os investimentos em saneamento básico superaram os recursos destinados à área entre 1995 a 2002. "Investir em saneamento básico e tratamento de água, em canalização de esgotos, significa investir na saúde, porque, quanto mais limpa for a rua em que moram as pessoas, quanto melhor a água for tratada, quanto mais o esgoto for canalizado, menos a gente vai ter que gastar com hospitais e com remédios", afirmou.

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