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COLUNISTA
Herbert Marques
16/04/2010 - 05h31
Pedófilo, veado e tarado
 
 

Até recentemente a palavra pedófilo não era de uso comum, sendo desconhecido por muitos seu significado. A psicologia entende por pedofilia a perversão sexual que visa a criança, ou adolescente, razão da discussão da igreja que entende como pedófilo aquele que tem tendências homossexuais, não estando incluído aí o estado de celibato exigido aos padres. Assim, padres pedófilos nada tem a ver com o celibato exigido pela igreja, mas sim perversão sexual inerente do homem, seja ele religioso ou não. Os antigos chamariam de padre veado ou, padre tarado.

Os homossexuais não gostaram de serem ligados a tara da pedofilia e estão se movimentando em protesto com a crítica da cúpula da igreja nesse sentido. Por outro lado, a verdade é que esses vícios de natureza sexual existem desde que o homem está na face da terra e a história registra esses fatos em compêndios dos mais antigos, mudando tão somente a nomenclatura de tais taras. Uma tribo pré-colombiana radicada onde hoje é o Chile, tinha um ritual anual de todo mundo fornicar em público, independentemente do sexo de cada um.

As orgias no Império Romano dão notícia de crianças envolvidas nas comemorações à Baco que nada mais eram que bacanais onde veados e tarados se confraternizavam as custas de menores muitas das vezes inocentes até então.

Para os mais antigos, e tem até música nesse sentido cantada pelo Falcão, artista nordestino, veado é veado. Homossexual depravado ou não, que sempre conviveu entre os povos, quer na idade antiga, quer na vida contemporânea estão por aí. O mesmo diga-se do tarado. Aquele que vivia e vive procurando crianças para satisfazer seus mais baixos instintos, ativo ou passivo. A esses a sociedade hoje chama de pedófilo e a justiça o castiga merecidamente com pesadas penas.

Em proteção à sociedade, países mais radicais com penas à criminosos estão adotando a castração química e até a física. Os americanos deram início a este tipo de pena, atualmente em vigor em algum de seus Estados. No Brasil a população de um modo geral concorda com essa pena mas dificilmente a legislação adotará, mesmo porque trata-se de uma mutilação, vetada pela nossa Constituição por princípios éticos e humanitários. De qualquer forma, capar uma meia dúzia pelo Brasil afora até que seria uma boa. Certamente poria ordem nesse enorme mundo cão em que vivemos.


Nota do Editor: Herbert José de Luna Marques [1939 - 2013], advogado militante em Ubatuba, SP.
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