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NATUREZA
Estação Experimental de Ubatuba
Secretaria de Agricultura e Abastecimento
Instituto Agronômico de Campinas

Originária do antigo Núcleo Colonial "Conde do Pinhal" (fracassada tentativa de colonização italiana iniciada em 1907) e do qual foi desmembrada, transformou-se em 1915 no Horto Agrário Tropical, e em 1931, na Estação Experimental da Banana, para em 1935, incorporar-se definitivamente ao Instituto Agronômico, como Estação Experimental de Ubatuba.

Estação Experimental de UbatubaEstação Experimental de Ubatuba
Foto: © Jabá e TucaFoto: © Mauro Roberto Santos

Situada geograficamente à 23º 27' de latitude Sul e a 45º 04' de longitude Oeste e a 8 metros da altitude, a Unidade de Ubatuba, apresenta um clima tropical úmido, Af. (transição para Cfa.) com influência marítima marcante. A região apresenta temperatura média anual de 21,2º C variando de 17,0º C à 26,8º C, tendo como precipitação média anual 2.624,0 mm de chuvas, com dezembro, janeiro, fevereiro e março, sendo os meses mais chuvosos e junho como o mais seco, apresentado respectivamente os seguintes índices médios: 348,4 mm, 376,0 mm, 302,3 mm, 302,2 mm e 87,9 mm.

Os solos da Estação Experimental de Ubatuba situam-se entro o Podzol Hidromórfico, com textura arenosa ao longo do perfil, presença de sub-horizonte A2 de coloração cinzento-claro, horizonte B com acumulação de húmus e sesquióxidos de ferro e alumínio; e solos sobre sedimentos de origem fluvial, que aparecem sobretudo ao longo dos vales e nas proximidades dos sopés dos morros quando então passam a um alúvio-colúvio.

Dos seus 427,27 ha, a maior parte permanece como reserva florestal, em áreas de topografia bastante acidentada. Nas várzeas (que são poucas) e encostas, foram desenvolvidos durante muito tempo os experimentos, abrangendo as culturas de: Cana de Açúcar, Cacau, Seringueira, Bambu e especiarias como: Cravo da Índia, Canela, Baunilha e outras.

Hoje novas diretrizes foram dadas à maioria dessas culturas que por muitas décadas foram alvos de intenso trabalho de pesquisas da Unidade.

Porém, o declínio e a estagnação dos programas acima, coincidiram com o crescimento dos estudos com palmito em nossa área, decorrente da força de trabalho da equipe envolvida no programa, aliada ao momento ambientalista que vivemos.

Outro trabalho de suma importância na Unidade, é a instalação e preservação do Banco de Germoplasma de Mandioca, de capital importância para o serviço de melhoramento do programa, uma vez que se constatou a possibilidade de "limpeza" das variedades atacada por bacteriose, quando aqui introduzidas.

Preservação dos campos de Cacau, Seringueira, Cravo da Índia, Coleção de Bambu, são outros trabalhos inerentes ao nosso dia a dia, sem porém a importância do palmito e mandioca.

Com isso, as perspectivas futuras da Estação Experimental, são de se transformar num centro irradiador de tecnologia para o plantio do palmiteiro e num grande banco de variedades de mandioca. E os primeiros passos estão sendo dados, na tentativa de agregar àqueles programas, áreas atualmente ocupadas ociosamente com projetos já completamente defasados.

Posteriormente, os trabalhos com a palmácea, poderiam também ser canalizados para o manejo sustentado de áreas da Mata Atlântica, habitat natural da espécie mais nobre de palmiteiros, a jiçara, ao lado de vastíssima gama de outras plantas, que mostram a exuberância, a riqueza e principalmente a potencialidade existentes em nossa reserva da Mata Atlântica, para o projeto que nos propomos realizar.

FONTE
Estação Experimental de Ubatuba
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