13/12/2017  03h22
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CULTURA
Onde o português e o índio se uniram. A população tradicional caiçara é hoje um dos últimos traços visíveis do momento da criação do povo brasileiro.
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ARTESANATO


O artesanato tradicional de Ubatuba tem suas raízes nos trabalhos em taquara, palha e vime, desenvolvidos pelos índios. Depois mesclou-se com o barro e a madeira, utilizados com elegância pelos franceses que aqui se instalaram. Os artesãos do município em sua maioria produzem cestaria, trançado, entalhe e escultura em madeira. Os pintores tradicionais utilizam cores vivas e vibrantes sobre peças de cerâmica ou madeira, modeladas e estruturadas com as mesmas formas desenvolvidas por seus antepassados.

Foto: Arquivo UbaWebFoto: Arquivo UbaWeb

O comércio de artesanato local concentra-se basicamente nas lojas do centro e nos sertões espalhados pelo município. Ubatuba também participa de feiras e exposições em vários Estados do Brasil, mostrando a arte desenvolvida por várias gerações do povo caiçara.


CESTARIA

Os cestos são feitos de imbé, taquara, palha, em tamanhos variados, para finalidades diferentes. A trama aberta ou fechada depende da inspiração de quem faz. Em cada bairro há um tipo de trabalho. No Sertão da Quina a trama é aberta e leve. No Sertão do Araribá, Almada, e Ubatumirim, o forte é o cesto, grande ou pequeno. No Ipiranguinha faz-se peneira. No Perequê-Açú, as cestinhas com tampa e o abajur, de vários modelos.


TRANÇADO

A trança pode ser feita de embira, palha ou taboa. A primeira é extraída da mata e requer esforço para o corte. O processo de secagem e a trança encarecem os tapetes, redes, porta-vasos etc. Trabalhos trançados podem ser encontrados no Sertão da Quina, nas Toninhas, no Itaguá, Morro das Moças, Marafunda e Ipiranguinha.


MADEIRA

Entalhes, esculturas e móveis rústicos compõem o artesanato em madeira de Ubatuba. Os temas quase sempre são inspirados na natureza, como as flores, os animais etc. As imagens religiosas são feitas em louro, bicuíba, guaica, guairana, cajarana etc. Foices, machados, facões, gamelas, trabucos, pilões e móveis rústicos podem ser encontrados no bairro do Taquaral e da Casanga (estrada velha para Itamambuca).

O conhecimento para a elaboração de canoas (embarcação monóxila, comprida, impelida a remos, ou por uma vela de pendão, ou por motor de popa, usada pelos pescadores), hoje, é detido por pouquíssimas pessoas. A legislação de proteção ambiental impede o desenvolvimento desta atividade.


ARTESANATO INDÍGENA

O Sertão do Prumirim abriga uma aldeia de índios guaranis. Embora prefiram a distância dos brancos, esses índios expõem seu produto artesanal na rodovia Rio-Santos, nos fins-de-semana, próximo à cachoeira do Prumirim. São cestos, balaios, arco e flecha, machadinha, chocalhos, colares de penas, conchas e contas, utilizando o cipó, o imbé e a taquara.

FOLCLORE


DANÇAS

As manifestações populares tradicionais podem ser vistas na ocasião dos festejos populares. Nestas oportunidades são apresentadas danças folclóricas, de origem portuguesa como o Xiba, (também chamada Bate-pé ou Cachorro do Mato), a Folia de Reis, a Ciranda e a Dança da Fita, ou as de origem afro-cristã como a Congada de São Benedito. Entre as manifestações folclóricas destacam-se o Boizinho, a Malhação de Judas e João Paulino e Maria Angu.

Boizinho - Acompanhado por dois cavalinhos, o boi dança na praça e investe sobre as crianças, provocando risos e medo. Os cavalinhos fazem o papel de boiadeiros, tentando conter o boi.

Dança da fita - Um mastro ao centro do tablado traz um número certo de fitas coloridas. Os dançarinos colocam-se ao seu redor, cada um segurando uma fita. Ao som do cantador trançam as fitas e formam desenhos coloridos no mastro.

Xiba - Grupos de dançarinos de bairros como Puruba, Prumirim, Itaguá e Rio Escuro apresentam-se na praça aos pares para dançar a Xiba ou Bate-Pé (nomes pelos quais são conhecidos, em Ubatuba, o cateretê, catira ou fandango). Cabe aos homens um sapateado rápido e ritmado.

Congada ou moçambique são grupos formados pelos devotos de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, santos protetores dos negros. As congadas e moçambiques foram muito difundidas na região do Vale do Paraíba e mesmo com a industrialização dessa região existem ainda muitos grupos.

Folia de Reis - Originalmente uma dança ibérica, a Folia de Reis era conhecida em Portugal já no início do século XVII. Ao chegar no Brasil no século XVIII a Folia de Reis passou a ter um sentimento mais religioso do que profano. É uma cantoria bastante ruidosa acompanhada por um grupo de músicos conhecidos por "foliões".


LENDAS

São muitas as lendas existentes criadas pela imaginação popular. Dentre elas se destacam: a lenda da Sununga, a lenda do Ouro do Corcovado, a lenda da Cruz de Ferro da Serra e a lenda de Nossa Senhora aprisionada.


A TRADIÇÃO DAS MÁSCARAS

As máscaras são uma tradição em Ubatuba e serviam para animar o carnaval de outrora. Blocos de foliões costumavam desfilar nas ruas da cidade com máscaras confeccionadas por artesãos locais como Manoel Nunes de Souza, Francisco Viana, Alexandre Pinder, José Luis Pimenta ou Antonio Félix do Pinho. Sua confecção utiliza um molde de barro, aplicação de papel recortado, cola e pintura.

A abundância ou a moderação de cores, bem como os traços caricaturais, dependem do estilo do artista. Um molde pode servir para a confecção de muitas máscaras.

ARQUITETURA


Dos antigos casarões de outrora se salvaram apenas dois, o Casarão do Porto (sede da FUNDART) e o prédio que abriga a Câmara Municipal de Ubatuba.


CASARÃO DO PORTO

Construído em 1846 pelo armador português Manoel Baltazar da Cunha Fortes, o Casarão do Porto, como é conhecido, é uma versão litorânea da arquitetura urbana que começava a aparecer, na Europa, a partir de 1840. Foi tombado pelo CONDEPHAAT e pelo SPHAN como patrimônio histórico nacional e estadual. Atualmente abriga a Fundação de Arte e Cultura - FUNDART.


SOBRADO DA CÂMARA MUNICIPAL

Antiga residência tombada como patrimônio histórico estadual. O uso descaracterizou a parte interna, mas a fachada se manteve inalterada. O Sobrado da Câmara fica situado na Av. Iperoig esquina com a Rua Conceição, no centro.


EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

O começo da construção da igreja Exaltação da Santa Cruz data de 1798, mas as obras só foram concluídas por volta de 1866. Na década de 80 houve uma reforma para recuperação dos corpos laterais do térreo e do primeiro pavimento. Fica situada na praça que também tem o seu nome, no centro da cidade.


CADEIA VELHA

A Cadeia Velha localiza-se na Praça Nóbrega. Abriga a sede do Museu Histórico de Ubatuba desde 2001.







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