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COLUNISTA
Rui Grilo
07/07/2016 - 06h53
Paraibuna – um turismo diferente
 
 

Pegamos a Tamoios com destino a Paraibuna [SP]. O objetivo era conhecer o Sitio do Bello que cultiva e pesquisa frutas não convencionais.

Na entrada da cidade, pegamos a Estrada da CESP e depois de 3 km chegamos ao Pesqueiro Mandizeiro. Como já passava das 11 horas resolvemos degustar um pacu. A diferença é que o peixe era acompanhado de um molho de cambuci. Também aproveitamos para comprar potinhos desse molho, de geleia e de biscoitos com sabores variados (limão, gengibre, canela). Tudo uma delícia e por preços razoáveis.

Depois, fizemos o retorno e no km 38, ao lado da Madeireira Alpino, pegamos a Estrada da Roseira em direção ao Bairro do Porto, onde fica o sítio, a uma distância de 11 km.

No sítio, fomos recebidos pelo Donizeti, que nos acompanhou durante todo o trajeto, identificando cada espécie de frutífera. Logo no início, nos deu um araçá boi para experimentarmos. Andando pelas trilhas, vimos diferentes pés de cambucá, pitanga, jaracatiá, baru, macadâmia, pitaia, uvaia, feijoa.

Donizeti nos explicou que o sítio está aberto a pesquisadores, estudantes e ao público em geral. É um exemplo de recuperação sustentável de uma área degradada por pastagens.

No final da visita, compramos algumas mudas de árvores frutíferas, polpas para suco e geleias. Já havia visto esses produtos em São Paulo, na rede de mercados Pão de Açúcar.

Na saída ele nos mostrou a direção de um outro sítio especializado na produção de macadâmia, uma castanha muito saborosa e muito nutritiva e que podemos encontrar nos principais mercados de Ubatuba e nas estação Tietê do Metrô.

Fomos ao outro sítio e fomos atendidos por uma funcionária que estava fazendo a seleção das castanhas e só vimos a plantação a uma certa distância, porque o responsável estava distante, no meio da plantação.

Esse tipo de turismo está bem desenvolvido como roteiro das frutas e gastronômico na região de Jundiaí e Valinhos.

Algumas das frutas cultivadas no Sitio do Bello estão sendo cultivadas no Sitio Cachoeiras, no Taquaral, e no Sertão do Ubatumirim. Essa atividade abre uma nova possibilidade de ampliação do turismo em Ubatuba, necessitando para isso de divulgação, sinalização e adequação das instalações para receptivo turístico.


Nota do Editor: Rui Alves Grilo é professor da rede pública de ensino desde 1971. Assessor e militante de Educação Popular.
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